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Cooperatores veritatis

É verão e esta chovendo, aquelas típicas chuvas de verão, rápidas e de violência amena o suficiente para refrescar o ambiente. O calor excessivo não me anima a escrever, mas a chuva faz este trabalho de animação, e por isso estou aqui para escrever sobre um assunto ou ideia que estava engavetada com muitas outras. Quando falamos nos estudos acadêmicos em "buscar a verdade", "transmitir a verdade", "servir a verdade" ou mesmo em "obedecer a verdade" muitas vezes pressupõe-se a realidade VERDADE que pode-se simplesmente apresentá-la como Aristóteles, mas a verdade mesmo é uma PESSOA, e escrevo em caixa alta porque refiro-me a Deus mesmo, o Criador por excelência, fonte de toda a realidade existente. De fato, nada existe sem a consciência Divina que existe pensando em tudo e em todos, já que o seu esquecimento de alguma realidade significaria a inexistência desta realidade. Se você não chegou a esta certeza da dependência da realidade do pensamento

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Critérios... coragem!

Como é triste uma pessoa sem critérios!

Facilmente é levada pelos sentimentos ou por outras coisas que ao passar da vida vai achando "interessante". Assim, aquele que vive dizendo o importante é acolhermos bem... temos que analisar bem seu comportamento, as vezes esta apenas camuflando o que realmente tem no interior: dúvidas e angustias que nunca teve coragem de resolver, talvez porque nunca teve coragem de tomar uma decisão mesmo que "escandalizá-se" alguns!

Como é triste ver alguém que tem a vida controlada por suas manias fruto de suas indecisões interiores. Uma outra pessoa facilmente a manipula (geralmente inconscientemente) porque esta pessoa não tem aquela firmeza interior que brota de critérios claros e solidificados, digo que principalmente na palavra de Deus.

Os que estão "fora" de sua vida, vêem tudo isso acontecer mas não se sentem corajosos de dizer a esta pessoa algo, até porque sente medo de ferir a sua privacidade e até (de certo modo) a sua liberdade. Claro que a liberdade deve ser orientada (a liberdade de cada ser humano pode ser desviada daquele reto agir conforme a própria natureza humana), mas geralmente todos sentem receio de a ferir se interfere no agir de alguém.
O que fazer então? Penso que cada um sabe a resposta... coragem!

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