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Igreja que não converte mais ninguém

Que existe uma profunda e evidente crise dentro da Igreja Católica a grande maioria dos seres racionais já conseguiu perceber. O que para muitos destes é ainda obscuro é a raiz disso e a postura que se deve tomar para ajudar a sanar tal crise. Não é simples ou fácil elucidar isso, eu mesmo não o posso fazer, mas aproximações reais a esta crise e a posição a qual devemos ter são possíveis e reais diante de um honesto esforço. Ouso dizer que, mesmo Joseph Ratzinger, que na minha opinião é o maior teólogo vivo, não conseguiu ou não quis apresentar o panorama real e profundo desta crise e sua raiz que esta mais atrás do que muita gente pensa. Hoje o esforço analítico é deveras enorme, pois muitos que poderiam já terem apresentado trabalhos sobre isso, aparentemente resolveram calar-se ou mesmo guardar para si, por medo ou intimidações variadas, suas análises sobre este tema. É grande o trabalho de compreensão e de inúmeras influências e inúmeras consequências de tudo o que nos fez chegar a

CMC: LIVRO I - Parte I - Capítulo I

3.

LIVRO I

Tratado dos princípios

O homem deve alcançar seu último fim por meio de sua atividade pessoal em harmonia com a norma remota (objetiva) e a norma próxima (subjetiva) da moralidade, isto é, a lei e a consciência. Estas normas infringem-se pelo pecado; a sua observância é facilitada pelas virtudes: daí deriva a divisão do tratado dos princípios.

Parte I

A atividade pessoal

A atividade pessoal que leva o homem a seu fim sobrenatural, deve ser constituída por atos humanos, moralmente bons e sobrenaturalmente meritórios. Destes últimos não falaremos por serem objeto especial da dogmática.

Capítulo I

Os atos humanos

Os atos humanos (actus humani) são os atos que procedem do conhecimento e da livre vontade do homem. Isso os distingue dos atos do homem (actus hominis) isto é, dos atos que são praticados por homens, mas que não procedem do conhecimento e da livre vontade.

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