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Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

Bento XVI: amor explica mistério da Trindade

Intervenção por ocasião do Ângelus

CIDADE DO VATICANO, domingo, 8 de junho de 2009 (ZENIT.org).- Publicamos as palavras que Bento XVI pronunciou neste domingo, antes e depois de rezar a oração mariana do Ângelus junto aos peregrinos reunidos na Praça de São Pedro.

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Queridos irmãos e irmãs:

Após o tempo pascal, culminado na festa de Pentecostes, a liturgia prevê estas três solenidades do Senhor: hoje, a Santíssima Trindade; na próxima quinta-feira, a do Corpus Christi, que em muitos países – entre eles a Itália – se celebra no domingo seguinte; e, por último, na sexta-feira da outra semana, a festa do Sagrado Coração de Jesus. Cada uma destas celebrações litúrgicas sublinha uma perspectiva a partir da qual se abrange todo o mistério da fé cristã: respectivamente, a realidade de Deus Uno e Trino, o sacramento da Eucaristia e o centro divino-humano da Pessoa de Cristo. Na verdade, trata-se de aspectos do único mistério da salvação, que de certa forma resumem todo o itinerário da revelação de Jesus, da encarnação à morte e ressurreição, até a ascensão e o dom do Espírito Santo.

Hoje contemplamos a Santíssima Trindade, tal como Jesus a deu a conhecer a nós. Ele nos revelou que Deus é amor “não na unidade de uma só pessoa, mas na Trindade de uma só substância” (Prefácio da Missa da Santíssima Trindade): é Criador e Pai misericordioso; é Filho unigênito, eterna Sabedoria encarnada, morto e ressuscitado por nós; por último, é Espírito Santo que move tudo, o cosmos e a história, até a plena recapitulação final. Três pessoas que são um só Deus, pois o Pai é amor, o Filho é amor, o Espírito é amor. Deus é todo amor e só amor, amor puríssimo, infinito e eterno. Não vive em uma esplêndida solidão; pelo contrário, é fonte inesgotável de vida que incessantemente se entrega e comunica. Podemos intuir isso, de certa forma, ao observar tanto o macrouniverso – nossa terra, os planetas, as estrelas, as galáxias – como o microuniverso – as células, os átomos, as partículas elementares. Em tudo o que existe, encontra-se impresso, em certo sentido, o “nome” da Santíssima Trindade, pois todo o ser, até as últimas partículas, é ser em relação, e deste modo se transluz o Deus-relação; transluz-se, em última instância, o Amor criador. Tudo procede do amor, tende ao amor e se move empurrado pelo amor, naturalmente, segundo diferentes níveis de consciência e de liberdade. “Ó Senhor nosso Deus, como é glorioso teu nome em toda a terra!” (Salmo 8, 2), exclama o salmista. Falando do “nome”, a Bíblia indica o próprio Deus, sua identidade mais verdadeira, identidade que resplandece em toda a criação, na qual todo ser, pelo fato de ser e pelo “tecido” de que está feito, refere-se a um Princípio transcendente, à Vida eterna e infinita que se entrega; em uma palavra, ao Amor. “N’Ele – disse o apóstolo no Areópago de Atenas – vivemos, nos movemos e existimos” (Atos 17, 28). A prova mais forte de que estamos feitos à imagem da Trindade é esta: só o amor nos faz felizes, pois vivemos em relação, e vivemos para amar e para ser amados. Utilizando uma analogia sugerida pela biologia, diríamos que o ser humano tem no próprio “genoma” um profundo selo da Trindade, do Deus-Amor.

Nossa Senhora, em sua dócil humildade, fez-se escrava do Amor divino: acolheu a vontade do Pai e concebeu o Filho por obra do Espírito Santo. Nela, o Onipotente construiu um templo digno d’Ele e fez dela o modelo e a imagem da Igreja, mistério e casa de comunhão para todos os homens. Que Maria, espelho da Trindade Santíssima, ajude-nos a crescer na fé no mistério trinitário. 

[Tradução: Aline Banchieri.

© Copyright 2009 - Libreria Editrice Vaticana]

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