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Marx e os seus dominaram a educação brasileira

Que os livros didáticos oferecidos paras as escolas no Brasil inteiro serem fundamentados em figuras como Paulo Freire, Michel de Foucault, Jonh Dewey, Antonio Gramnsci e Jean-Jacques Rosseau, é um fato notório, e basta qualquer passada de olhos nestes mesmos livros que os professores usam em suas aulas e os que eles mesmos utilizam para se formarem, para notarmos a ideologia social presente destes senhores acima citado em todos os campos do conhecimento, em todas as áreas, pois se focaram não no conteúdo em si das matérias mas na forma, na didática utilizada, tornando assim qualquer matéria meio de formação segundo a ideologia que desejam fixar nas gerações. No trecho destacado abaixo, percebe-se o porque existe uma mudez nacional acerca desta formação ideológica ministrada nas escolas por quase todos os professores. Tirado do site Wikipedia O final deste trecho é o mais importante, pois é através dele que podemos perceber a profundidade e extensão do problema a se enfrentar. As obras

BEM VINDO

Na frente de batalha

Robert Fisk, talvez o mais famoso correspondente de guerra atual, contou-me um dia que ao voltar de trem da frente Irã-Iraque, um dos soldados lhe perguntou: "Gostou da guerra? É ótima, não é mesmo?".
Os jornalistas que arriscam a sua vida para cobrir os conflitos armados no resto do mundo sempre me intrigam: o que os leva a arriscar tanto a vida em suas profissões? Christina Lamb, do Sunday Times, foi me entrevistar um dia. Quando descobri que era correspondente no Afeganistão, terminei invertendo os papéis: passei a fazer-lhe as perguntas. Christina serviu de fio condutor para um dos personagens principais de O Zahir. Mas foi uma outra correspondente, também encarregada de cobrir o Afeganistão, quem me relatou um diálogo tido com seu marido. Em uma bela manhã de domingo, em Londres, comentou com ele a sua decisão:- Quero ser correspondente de guerra. - Você está louca! Não precisa disso. Você está empregada naquilo que deseja, ainda ganha bem, embora nem precise desse dinheiro para viver. - Digamos, então, que eu precise estar sozinha. - É por minha causa? - Não. Amo o meu homem, e ele me ama. - Então que história é essa de guerra, em um lugar esquecido do mundo? Você não tem tudo?- Tenho, tenho tudo o que uma mulher pode desejar. - O que é, então, que há de errado em sua vida?- Justamente isso. Tenho tudo, mas estou infeliz. Não sou a única: no decorrer destes anos, convivi ou entrevistei vários tipos de pessoas: ricas, pobres, poderosas, acomodadas. Em todos os olhos que cruzaram os meus, li neles uma amargura infinita. Uma tristeza que nem sempre eles aceitavam, mas estava ali, independente do que diziam. - Na sua opinião, ninguém é feliz?- Algumas pessoas parecem felizes: simplesmente não pensam no assunto. Outras fazem planos: ter um marido, uma casa, dois filhos, uma casa de campo. Enquanto estão ocupadas com isso, são como touros em busca do toureiro: não pensam, apenas seguem adiante. Conseguem um carro, às vezes até uma Ferrari. Acham que o sentido da vida está ali, não fazem jamais a pergunta. Mas apesar de tudo, os olhos traem uma tristeza que elas nem sabem que têm. Você é feliz?- Não sei. - Tampouco sei se todo mundo é infeliz. As pessoas estão sempre ocupadas: trabalhando além da hora, cuidando dos filhos, do marido, da carreira, do diploma, do que fazer amanhã, do que falta comprar, do que é preciso ter para não se sentir inferior, etc. Enfim, poucas pessoas me disseram: "Sou infeliz". A maioria diz "Estou ótimo, consegui tudo o que desejava". Então pergunto: "O que o faz feliz?" A resposta: "Tenho tudo o que uma pessoa sonha -família, casa, trabalho, saúde". Insisto: "Então o sentido da vida é trabalho, família, filhos - que vão crescer e deixá-lo - mulher ou marido - e que vão se transformar mais em amigos do que em verdadeiros apaixonados. E o trabalho vai terminar um dia. O que fará quando isso acontecer?". Resposta: não há resposta. Mudam de assunto.- Mas por que esta história de ir para a guerra?- Porque acho que na guerra o homem está no limite, pode morrer no dia seguinte. Seu olhar muda. Tudo muda. Ele é capaz dos atos mais bárbaros ou mais heróicos. Não sei se é uma boa explicação. Mas é a explicação da minha amiga, que no momento em que escrevo a coluna, está de volta à frente da batalha no Afeganistão.

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