Destaque:

El centenario de las apariciones de la Virgem Maria en Fatima

Rosa Caroline Crespo Fernández Valderi da Silva En su visita al santuario de Fátima en 1982, San Juan Pablo II proclamaba que "a ...

Você escolheria a Monarquia como melhor sistema de governo para o Brasil?

Ano Sacerdotal

2009-2010
VISITE OS SITES:

***
***

***

47º DIA MUNDIAL DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES - 25 DE ABRIL DE 2010

MENSAGEM DO PAPA BENTO XVI


Tema: O testemunho suscita vocações
Veneráveis Irmãos no Episcopado e no Sacerdócio,
Amados Irmãos e Irmãs!

O 47º Dia Mundial de Oração pelas Vocações, que será celebrado no IV Domingo de Páscoa – Domingo do «Bom Pastor» –, a 25 de Abril de 2010, oferece-me a oportunidade de propor à vossa reflexão um tema que quadra bem com o Ano Sacerdotal: O testemunho suscita vocações. De fato, a fecundidade da proposta vocacional depende primariamente da ação gratuita de Deus, mas é favorecida também – como o confirma a experiência pastoral – pela qualidade e riqueza do testemunho pessoal e comunitário de todos aqueles que já responderam ao chamamento do Senhor no ministério sacerdotal e na vida consagrada, pois o seu testemunho pode suscitar noutras pessoas o desejo de, por sua vez, corresponder com generosidade ao apelo de Cristo. Assim, este tema apresenta-se intimamente ligado com a vida e a missão dos sacerdotes e dos consagrados. Por isso, desejo convidar todos aqueles que o Senhor chamou para trabalhar na sua vinha a renovarem a sua fidelidade de resposta, sobretudo neste Ano Sacerdotal que proclamei por ocasião dos 150 anos de falecimento de São João Maria Vianney, o Cura d’Ars, modelo sempre atual de presbítero e pároco.

Já no Antigo Testamento os profetas tinham consciência de que eram chamados a testemunhar com a sua vida aquilo que anunciavam, prontos a enfrentar mesmo a incompreensão, a rejeição, a perseguição. A tarefa, que Deus lhes confiara, envolvia-os completamente, como um «fogo ardente» no coração impossível de conter (cf.Jr 20,9), e, por isso, estavam prontos a entregar ao Senhor não só a voz, mas todos os elementos da sua vida. Na plenitude dos tempos, será Jesus, o enviado do Pai (cf. Jo 5,36), que, através da sua missão, testemunha o amor de Deus por todos os homens sem distinção, com especial atenção pelos últimos, os pecadores, os marginalizados, os pobres. Jesus é a suprema Testemunha de Deus e da sua ânsia de que todos se salvem. Na aurora dos novos tempos, João Baptista, com uma vida gasta inteiramente para preparar o caminho a Cristo, testemunha que, se cumprem, no Filho de Maria de Nazaré, as promessas de Deus. Quando O vê chegar ao rio Jordão, onde estava a batizar, João indica-O aos seus discípulos como «o cordeiro de Deus, aquele que tira o pecado do mundo» (Jo 1,29). O seu testemunho é tão fecundo que dois dos seus discípulos, «ouvindo o que ele tinha dito, seguiram Jesus» (Jo 1,37).

Também a vocação de Pedro, conforme no-la descreve o evangelista João, passa pelo testemunho de seu irmão André; este, após ter encontrado o Mestre e aceite o seu convite para permanecer com Ele, logo sente necessidade de comunicar a Pedro aquilo que descobriu «permanecendo» junto do Senhor: «“Encontramos o Messias” (que quer dizer Cristo). E levou-o a Jesus» (Jo 1,41-42). O mesmo aconteceu com Natanael – Bartolomeu –, graças ao testemunho doutro discípulo, Filipe, que cheio de alegria lhe comunica a sua grande descoberta: «Acabamos de encontrar Aquele de quem escreveu Moisés na Lei e que os Profetas anunciaram: é Jesus, o filho de José, de Nazaré» (Jo 1,45). A iniciativa livre e gratuita de Deus cruza-se com a responsabilidade humana daqueles que acolhem o seu convite, e interpela-os para se tornarem, com o próprio testemunho, instrumentos do chamamento divino. O mesmo acontece, ainda hoje, na Igreja: Deus serve-se do testemunho de sacerdotes fiéis à sua missão, para suscitar novas vocações sacerdotais e religiosas para o serviço do seu Povo. Por esta razão, desejo destacar três aspectos da vida do presbítero, que considero essenciais para um testemunho sacerdotal eficaz.

Elemento fundamental e comprovado de toda a vocação ao sacerdócio e à vida consagrada é a amizade com Cristo. Jesus vivia em constante união com o Pai, e isto suscitava nos discípulos o desejo de viverem a mesma experiência, aprendendo d’Ele a comunhão e o diálogo incessante com Deus. Se o sacerdote é o «homem de Deus», que pertence a Deus e ajuda a conhecê-lo e a amá-lo, não pode deixar de cultivar uma profunda intimidade com Ele e permanecer no seu amor, reservando tempo para a escuta da sua Palavra. A oração é o primeiro testemunho que suscita vocações. Tal como o apóstolo André comunica ao irmão que conheceu o Mestre, assim também quem quiser ser discípulo e testemunha de Cristo deve tê-Lo «visto» pessoalmente, deve tê-Lo conhecido, deve ter aprendido a amá-Lo e a permanecer com Ele.

Outro aspecto da consagração sacerdotal e da vida religiosa é o dom total de si mesmo a Deus. Escreve o apóstolo João: «Nisto conhecemos o amor: Jesus deu a sua vida por nós, e nós devemos dar a vida pelos nossos irmãos» (1 Jo 3,16). Com estas palavras, os discípulos são convidados a entrar na mesma lógica de Jesus que, ao longo de toda a sua vida, cumpriu a vontade do Pai até à entrega suprema de Si mesmo na cruz. Manifesta-se aqui a misericórdia de Deus em toda a sua plenitude; amor misericordioso que derrotou as trevas do mal, do pecado e da morte. A figura de Jesus que, na Última Ceia, Se levanta da mesa, depõe o manto, pega numa toalha, ata-a à cintura e Se inclina a lavar os pés aos Apóstolos, exprime o sentido de serviço e doação que caracterizou toda a sua vida, por obediência à vontade do Pai (cf. Jo 13,3-15). No seguimento de Jesus, cada pessoa chamada a uma vida de especial consagração deve esforçar-se por testemunhar o dom total de si mesma a Deus. Daqui brota a capacidade para se dar depois àqueles que a Providência lhe confia no ministério pastoral, com dedicação plena, contínua e fiel, e com a alegria de fazer-se companheiro de viagem de muitos irmãos, a fim de que se abram ao encontro com Cristo e a sua Palavra se torne luz para o seu caminho. A história de cada vocação cruza-se quase sempre com o testemunho de um sacerdote que vive jubilosamente a doação de si mesmo aos irmãos por amor do Reino dos Céus. É que a presença e a palavra de um padre são capazes de despertar interrogações e de conduzir mesmo a decisões definitivas (cf. João Paulo II, Exort. ap. pós-sinodal Pastores dabo vobis, 39).

Um terceiro aspecto que, enfim, não pode deixar de caracterizar o sacerdote e a pessoa consagrada é viver a comunhão. Jesus indicou, como sinal distintivo de quem deseja ser seu discípulo, a profunda comunhão no amor: «É por isto que todos saberão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros» (Jo 13,35). De modo particular, o sacerdote deve ser um homem de comunhão, aberto a todos, capaz de fazer caminhar unido todo o rebanho que a bondade do Senhor lhe confiou, ajudando a superar divisões, sanar lacerações, aplanar contrastes e incompreensões, perdoar as ofensas. Em Julho de 2005, no encontro com o Clero de Aosta, afirmei que os jovens, se virem os sacerdotes isolados e tristes, com certeza não se sentirão encorajados a seguir o seu exemplo. Levados a considerar que tal possa ser o futuro de um padre, vêem aumentar a sua hesitação. Torna-se importante, pois, realizar a comunhão de vida, que lhes mostre a beleza de ser sacerdote. Então, o jovem dirá: «Isto pode ser um futuro também para mim, assim pode-se viver» (Insegnamenti, vol. I/2005, 354). O Concílio Vaticano II, referindo-se ao testemunho capaz de suscitar vocações, destaca o exemplo de caridade e de fraterna cooperação que devem oferecer os sacerdotes (cf. Decreto Optatam totius, 2).

Apraz-me recordar o que escreveu o meu venerado predecessor João Paulo II: «A própria vida dos padres, a sua dedicação incondicional ao rebanho de Deus, o seu testemunho de amoroso serviço ao Senhor e à sua Igreja – testemunho assinalado pela opção da cruz acolhida na esperança e na alegria pascal –, a sua concórdia fraterna e o seu zelo pela evangelização do mundo são o primeiro e mais persuasivo fator de fecundidade vocacional» (Pastores dabo vobis, 41). Poder-se-ia afirmar que as vocações sacerdotais nascem do contacto com os sacerdotes, como se fossem uma espécie de patrimônio precioso comunicado com a palavra, o exemplo e a existência inteira. Isto aplica-se também à vida consagrada. A própria existência dos religiosos e religiosas fala do amor de Cristo, quando O seguem com plena fidelidade ao Evangelho e assumem com alegria os seus critérios de discernimento e conduta. Tornam-se «sinais de contradição» para o mundo, cuja lógica frequentemente é inspirada pelo materialismo, o egoísmo e o individualismo. A sua fidelidade e a força do seu testemunho, porque se deixam conquistar por Deus renunciando a si mesmos, continuam a suscitar no ânimo de muitos jovens o desejo de, por sua vez, seguirem Cristo para sempre, de modo generoso e total.

Imitar Cristo casto, pobre e obediente e identificar-se com Ele: eis o ideal da vida consagrada, testemunho do primado absoluto de Deus na vida e na história dos homens. Fiel à sua vocação, cada presbítero, cada consagrado e cada consagrada transmite a alegria de servir Cristo, e convida todos os cristãos a responderem à vocação universal à santidade. Assim, para se promoverem as vocações específicas ao ministério sacerdotal e à vida consagrada, para se tornar mais forte e incisivo o anúncio vocacional, é indispensável o exemplo daqueles que já disseram o próprio «sim» a Deus e ao projeto de vida que Ele tem para cada um. O testemunho pessoal, feito de opções existenciais e concretas, há de encorajar, por sua vez, os jovens a tomarem decisões empenhativas que envolvem o próprio futuro. Para ajudá-los, é necessária aquela arte do encontro e do diálogo capaz de os iluminar e acompanhar sobretudo através do exemplo de vida abraçada como vocação. Assim fez o Santo Cura d’Ars, que, no contacto permanente com os seus paroquianos, «ensinava sobretudo com o testemunho da vida. Pelo seu exemplo, os fiéis aprendiam a rezar» (Carta de Proclamação do Ano Sacerdotal, 16/06/2009).

Que este Dia Mundial possa oferecer, uma vez mais, preciosa ocasião para muitos jovens refletirem sobre a própria vocação, abrindo-se a ela com simplicidade, confiança e plena disponibilidade. A Virgem Maria, Mãe da Igreja, guarde o mais pequenino gérmen de vocação no coração daqueles que o Senhor chama a segui-lo mais de perto; faça com que se torne uma árvore frondosa, carregada de frutos para o bem da Igreja e de toda a humanidade. Por esta intenção rezo, enquanto concedo a todos a Bênção Apostólica.


Vaticano, 13 de Novembro de 2009
Bento XVI

*************************************************************************************
VIDEOMENSAGEM DO PAPA BENTO XVI
AOS PARTICIPANTES DO RETIRO
SACERDOTAL INTERNACIONAL
[ARS, 27 DE SETEMBRO - 3 DE OUTUBRO DE 2009]

Queridos irmãos no sacerdócio
Como facilmente podeis imaginar, ficaria muito feliz por poder participar convosco neste retiro sacerdotal internacional, sobre o tema: "A alegria do sacerdote consagrado para a salvação do mundo". Participais nele em grande número e beneficiais dos ensinamentos do Cardeal Christophe Schönborn. Saúdo cordialmente também os outros pregadores e o Bispo de Belley-Ars, D. Guy-Marie Bagnard. Tenho que me contentar com dirigir-vos esta mensagem gravada mas, crede, através destas poucas palavras, falo a cada um de vós da maneira mais pessoal possível, pois como diz São Paulo: "Trago-vos no coração... por terdes tomado parte na graça que me foi feita" (Fl 1, 7).
São João Maria Vianney sublinhava o papel indispensável do sacerdote, quando dizia: "Um bom pastor, um pastor segundo o Coração de Deus, é o maior tesouro que o bom Deus possa conceder a uma paróquia, e uma das dádivas mais preciosas da misericórdia divina" (Le curé d'Ars. Pensées, apresentado pelo abade Bernard Nodet, Desclée de Brouwer, Foi Vivante, 2000, pág. 101). Neste Ano sacerdotal, todos nós somos chamados a explorar e a redescobrir a grandeza do Sacramento que nos configurou para sempre com Cristo, Sumo Sacerdote, e que nos "santificou na verdade" (Jo 17, 19).
Escolhido entre os homens, o presbítero permanece um deles e é chamado a servi-los, doando-lhes a vida de Deus. É Ele quem "continua a obra de redenção na terra" (Nodet, pág. 98). A nossa vocação sacerdotal é um tesouro que trazemos em vasos de argila (cf. 2 Cor 4, 7). São Paulo expressou felizmente a distância infinita que existe entre a nossa vocação e a pobreza das respostas que podemos oferecer a Deus. Sob este ponto de vista, existe um vínculo secreto que une o Ano paulino ao Ano sacerdotal. Nós conservamos nos nossos ouvidos e no nosso coração, a exclamação comovedora e confiante do Apóstolo, que disse: "Quando me sinto fraco, então é que sou forte" (2 Cor 12, 10). A consciência desta debilidade abre à intimidade de Deus, que incute força e alegria. Quanto mais o sacerdote perseverar na amizade de Deus, tanto mais continuará a obra do Redentor na terra (cf. Nodet, pág. 98). O sacerdote não vive para si mesmo, mas para todos (cf. Nodet, pág. 100).
É precisamente nisto que consiste um dos desafios principais do nosso tempo. O sacerdote, certamente homem da Palavra divina e do sagrado, hoje mais do que nunca deve ser um homem da alegria e da esperança. Aos homens que já não conseguem compreender que Deus é Amor puro, ele há-de reiterar sempre que a vida vale a pena de ser vivida, e que Cristo lhe confere todo o seu sentido porque Ele ama os homens, todos os homens. A religião do Cura d'Ars é a da bem-aventurança, não uma busca mórbida da mortificação, como por vezes se chegou a pensar: "A nossa felicidade é demasiado grande; não, não, jamais o compreenderemos" (Nodet, pág. 110), dizia ele; ou ainda: "Quando nós, homens, estamos a caminho e vemos um campanário, esta visão deve fazer bater o nosso coração, como a visão da casa onde mora o seu amado faz bater o coração da esposa" (Ibidem). Aqui, desejo saudar com afecto particular aqueles de vós que têm a responsabilidade pastoral de muitas igrejas e que se prodigalizam incansavelmente para conservar a vida sacramental nas suas diversas comunidades. O reconhecimento da Igreja para com todos vós é imensa! Não desanimeis, mas continuai a rezar e a fazer rezar, a fim de que numerosos jovens aceitem responder ao chamamento de Cristo, que não cessa de desejar que aumente o número dos seus apóstolos, para ceifar os seus campos.
Amados sacerdotes, pensai também na grande diversidade dos ministérios que exerceis ao serviço da Igreja. Pensai no grande número de missas que celebrastes ou que haveis de celebrar, tornando todas as vezes realmente Cristo presente no altar. Pensai nas inúmeras absolvições que concedestes e que haveis de conceder, permitindo que um pecador se deixe redimir. Então, compreendeis a fecundidade infinita do sacramento da Ordem. As vossas mãos, os vossos lábios tornaram-se, no espaço de um instante, as mãos e os lábios de Deus. Trazeis Cristo em vós mesmos; pela graça, entrastes na Santíssima Trindade. Como dizia o Santo Cura: "Se tivéssemos fé, veríamos Deus escondido no sacerdote, como uma luz por detrás de um vidro, como o vinho misturado com a água" (Nodet, pág. 97). Esta consideração deve levar a harmonizar os relacionamentos entre os presbíteros, em vista de realizar a comunidade sacerdotal à qual São Pedro exortava (cf. 1 Pd 2, 9), para construir o corpo de Cristo e para vos edificar no amor (cf. Ef 4, 11-16).
O sacerdote é o homem do futuro: é aquele que levou a sério as palavras de Paulo: "Se, pois, ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas lá do alto" (Cl 3, 1). Aquilo que ele realiza na terra, faz parte dos meios ordenados para o Fim último. A missa é o singular ponto de junção entre os meios e o Fim, porque já nos permite contemplar, sob as espécies humildes do pão e do vinho, o Corpo e o Sangue daquele que eles hão-de adorar pela eternidade. As frases simples e intensas do Santo Cura a respeito da Eucaristia ajudam-nos a compreender melhor a riqueza deste momento único do dia em que vivemos um encontro directo e vivificador para nós mesmos e para cada um dos fiéis. "A felicidade que há em dizer a missa, dizia ele, só se compreenderá no céu!" (Nodet, pág. 104). Este é o motivo pelo qual vos encorajo a confirmar a vossa fé e a dos fiéis no Sacramento que celebrais e que é a nascente da verdadeira alegria. O Santo Cura escrevia: "O sacerdote deve sentir a mesma alegria (dos Apóstolos), ao ver nosso Senhor que ele conserva nas suas mãos" (Ibidem).
Dando graças pelo que sois e pelo que fazeis, repito-vos: "Nada jamais substituirá o ministério dos sacerdotes na vida da Igreja" (Homilia durante a Missa de 13 de Setembro de 2008 na Esplanada dos Inválidos, Paris). Testemunhas vivas do poder de Deus em acção na debilidade dos homens consagrados para a salvação do mundo, meus queridos irmãos, vós fostes escolhidos pelo próprio Cristo para serdes, graças a Ele, sal da terra e luz do mundo. Que durante este encontro espiritual, possais experimentar de modo profundo o Íntimo indizível (cf. Santo Agostinho, Confissões, III, 6, 11 BA 13, pág. 383), para estar perfeitamente unidos a Cristo, a fim de anunciardes o seu Amor ao vosso redor e de estardes totalmente comprometidos ao serviço da santificação de todos os membros do povo de Deus. Confiando-vos à Virgem Maria, Mãe de Cristo e dos sacerdotes, concedo-vos a todos a minha Bênção apostólica.


© Copyright 2009 - Libreria Editrice Vaticana