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A doença do esquerdista militante

A inescrupulosa atitude dos militantes de esquerda respalda a desconfiança de muitos - e certeza de outros - sobre a doença psíquica de que sofrem aqueles que encantam-se por qualquer ideologia que baseie-se nos argumentos marxistas.

É notório algumas atitudes como a negação de normas morais absolutas, e que leva os militantes esquerdistas a cegamente obedecerem os ditames de convenções proclamadas em assembleias ou por algum líder partidário qualquer, que por conta de sua dedicação, acaba se destacando dentro do grupo que milita por causas de raízes comuns.


Atitudes pontuais, como a negação de desvio moral de quem usa da justiça para prender um corrupto alinhado ao ideologismo de esquerda, não deve ser suplantando por outro motivo qualquer, ou seja, não podemos aceitar que esta tentativa de relativar a retitude moral fique colocada de lado por medo de uma rejeição de tipo popular, pois não é a "grande massa" que decide o que é moral ou não, pois na verdade estes ditames já estão decididos pela lei divina e natural. Facilmente encontramos  grupos ou indivíduos isolados, que publicamente revelam uma desobediência às normas morais que independem do raciocínio individual sobre determinadas questões da vida política. Por isso, se tornou tão corriqueiro esperarmos manifestações esdruxulas, vexatórias, sem nenhum pudor por parte de militantes esquerdistas, pois sua consciências já não trabalha com normas morais absolutas, mas relativou-se tudo o que corresponde a uma determinação correta do comportamento humano. Por este motivo, para um militante esquerdista têm muito sentido ficar nu às vistas de menores de idade, assim como faz sentido também, defecar em praça pública ou cuspir no rosto de mulheres em ambientes públicos.

O lema "o fim justifica os meios" nunca foi tão valorizado e posto em prática como na postura dos militantes de esquerda. "Tudo é correto se é para atingir o objetivo que a ideologia nos orienta a alcançar". Já vi professora de maternal declarando que, se preciso for, mataria uma pessoa para não vê-la vencer um candidato de esquerda, algo que colocaria em risco os objetivos da ideologia que a esquerda defende. Bizarrices como esta vemos aos montes nas redes sociais, algo que pode sair do campo narrativo e tornar-se ato concreto, como vimos no atentado que sofreu o Presidente da República ano passado. Assim, matar - que a moral absoluta nos diz ser sempre errado - passa a ser, na cabeça relativista de um esquerdista, algo bom, pois é necessário para se atingir o fim que a ideologia defendida pela esquerda orienta.

Enfim, digo que os militantes de esquerda sofrem uma "doença mental" neste sentido, de relativismo completo das normas morais, que deveriam ser absolutas para todos os indivíduos. Podemos chamar também de doença de consciência, mas quando verificamos a ignorância vencível que os militantes detêm, observamos que não se trata apenas de falta de consciência, mas da equação ignorância + relativismo (nem todo ignorante é um relativista moral), o que resulta numa formação desordenada que é calcificada com o tempo neste e que torna-se cegueira, bitolação, enfim, doença.

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