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quarta-feira, 21 de junho de 2017

Machado de Assis completa 178 anos

Quando começamos oficialmente a estação mais fria do ano, lembramos também o nascimento de um dos gênios da literatura nacional, Joaquim Maria Machado de Assis.

Até o estudante mais relapso, aquele que nem levava cadernos para a sala de aula e que sempre passava de ano com ajuda do "conselho de classe", vai lembrar deste nome, pois apesar do deprimente estado da formação dos professores atuais, sempre Machado de Assis será citado em sala de aula, mesmo que para demonstrar certo saber erudito daquele que os alunos tentam respeitar, ou seja, o professor.

Mas certamente este escritor, o outrora primeiro ocupante da cadeira presidencial da Academia

Brasileira de Letras, que ele mesmo ajudou a fundar, já foi merecidamente lembrado e homenageado na cadeia educacional brasileira, isto em outros tempos. Agora Machado de Assis é quase relegado a qualquer escritor de meia classe neste vasto país. Uma injustiça, diga-se logo, pois ele praticamente ajudou na formatação normatizante da língua brasileira.

Um assunto controverso, pelo que tenho observado entre alguns gramáticos, pois dizer que ele ajudou na formatação da norma culta da língua portuguesa no Brasil é dizer também que ele é também responsável por muitas separações para com o português original, aquele provindo de Portugal, origem mais próxima de nossa língua portuguesa.

No entanto, não existe dúvidas, para este leitor e escritor que vos escreve, que Machado de Assis, juntamente com outros escritores de seu tempo e próximo a ele, foram determinantes para uma espécie de evolução - sem avacalhação - do português. Algo bem diferente do que tentam os gramáticos modernos que de vez em quando voltam com ideias esdruxulas na gramatica portuguesa, distanciando o português de Machado de Assis do que encontramos "metaformizado" nos dias atuais.

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