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quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Os EUA elegeram Donald Trump

Depois de muitas polêmicas, algumas com fundamento, outras apenas repletas de falácias, os norte-americanos elegeram seu 45º presidente da república.

Algumas coisas nesta eleição são dignas de análise séria e serena, pois apesar do candidato eleito, Donald J. Trump, não ser o favorito da mídia globalista, sua escolha foi a mais democrática possível. Pode ser incrível pensar assim, diante de tantas coisas que sobre ele se falaram, mas o fato é que o voto popular mostrou enfaticamente que a intelectualidade dos analistas, jornalistas e diversos
Primeiro discurso como Presidente eleito
Foto: BBC
comentarias e economistas, esta a quilômetros da realidade popular. Isso mesmo, principalmente a mídia global cria uma realidade que não toca verdadeiramente o solo do povo, muito menos os princípios e causas das pessoas que diariamente trabalham e fazem os Estados subsistirem.

Trump pode ser até cru demais para esta intelectualidade revestida de puritanismo. Ele certamente não se encaixa nos contos de fadas, onde a delicadeza de princesinhas e pincipezinhos são feridas por qualquer palavrão que se diga ao púlpito.

Mas a sociedade norte-americana mostrou outra coisa que, Geroge Bush (filho) e Barack Obama, provocaram: as pessoas desejam um governante que governe para eles, que trabalhe para o país, um presidente dos EUA que seja presidente dos "EUA". Penso que a bastante tempo o povo de lá cansou desta história de ver seu presidente mais focado em "causais globais" e cada vez menos em causa nacionais, ou seja, o povo sentia-se "órfão" de seu próprio presidente.

Não sou somente eu quem falo, mas Donaldo Trump falou justamente para essas pessoas, que agora descobrimos, são a maioria nos EUA. Sua vitória deve-se ao seu esforço pessoal em direcionar seu discurso para eles, norte-americanos, não em parte para eles e em parte para o mundo, como era o caso de sua adversária.

Trump pode não ser a melhor escolha para o cargo, mas sua dedicação em alimentar o povo de sua própria nacionalidade, de dedicar-se a cuidar deles mais do que qualquer outra causa, j[a mostra que os norte-americanos voltarão a ter um presidente, e não um adjunto da ONU na Casa Branca.

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