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segunda-feira, 17 de agosto de 2015

A contingência que me faz perder o sono

"Tic-tac, tic-tac...", olho para o lado e vejo o antigo relógio tipo "Cuco" que marca 02:56 hs de manhã. Já fazem quatro noites que não durmo direito, que não encosto a cabeça no travesseiro e adormeço quase instantaneamente, como antes acontecia.

Isso coloco na conta dos pensamentos constantes que rondam a mente e acabam entorpecendo o cérebro como uma verdadeira adrenalina injetada na veia.
Que pensamentos? Que preocupação? Poderia dizer que com tudo. Pois o mundo parece tão louco, tão confuso que até uma simples visita ao Supermercado nos traz muitos motivos para pensar que este mundo esta muito estranho.
Mas é claro que não é o mundo que esta estranho, mas sim as pessoas que vivem neste mundo. As pessoas que assumem idéias e comportamentos tão destrutivos para si e para os outros que fazem do modo de viver do ser humano uma verdadeira selva... terra sem lei, ou pelo menos sem a certeza do cumprimento das leis existentes.
Tudo poderia se resumir nas pequenas atitudes das pessoas no seu dia a dia, como levantar logo cedo e para a primeira pessoa que vê soltar um berro de reclamação ou de grosseria ao invés de um feliz "bom dia".
Sempre fui uma pessoa somatizante de problemas e preocupações, sou do tipo que leva tudo para dentro de mim mesmo. Sofro muito com isso. Até as desgraças governamentais que acontecem na alta cúpula do governo federal e estadual me atingem de maneira nauseante.
Não sei se um dia vou parar de sentir tanto assim com as coisas que julgo erradas na minha vida e na sociedade em geral. Mas uma certeza tenho: o ser humano é um ser contingente, de maneira que vai cometer muita burrada sempre em sua vida. Vai agir equivocadamente pensando estar certo, mas no final estará sendo instrumento do mal. Esta contingência nos levará até o final da vida a julgar errado, falar errado, se expressar de maneira equivocada, e muitos outros erros, até de esquecer de fazer um carinho no animalzinho de estimação que temos em casa.
Somos falhos e sempre o seremos até o último suspiro de nossa vida terrena. Os que viram depois de nós também o serão.
Seres contingentes... talvez essa deva ser sempre a base da reflexão sobre a humanidade!

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