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sexta-feira, 24 de julho de 2015

Dumas e o Conde de Monte Cristo

Neste dia 24 de julho a história lembra o nascimento do escritor de "O Conde de Monte Cristo" e de "Os Três Mosqueteiros", Alexandre Dumas (pai).

É incrível como a França fez brotar grandes nomes da literatura universal, e Dumas (pai) com toda certeza foi um destes. Sua obra magna, na minha opinião é sem dúvida o "O Conde de Monte Cristo" mesmo que a estória de D'Artagnam e os três mosqueteiros tenham talvez alcançado maior paixão do que a estória do injustiçado amigo que depois de anos retorna cheio de empenho por vingança, acredito que este enredo do Conde é muito mais significativo por apresentar pontos interessantíssimos para o crescimento espiritual junto ao entretenimento literário.
Quem conhece a estória de Edmond Dantès, o jovem traído pelo suposto amigo Fernand Mondego, fica impressionado pelos acontecimentos, mas principalmente pela determinação de Edmond por vingança após seu período na prisão no Castelo d’If, local onde conheceu seu incentivador e mestre (por assim dizer!), o abade Faria, que certamente estava preso por incomodar os políticos da época. Com este abade aprende a ler, aprende a escrever, aprende rudimentos de cultura geral além da arte da esgrima, que lhe será tão importante quanto os livros.
Edmond reaparece após fugir da prisão e encontrar uma fortuna escondida numa ilha, por meio de um mapa presenteado pelo seu "mestre" na prisão. É claro que este mester havia tentado dissuadi-lo do sentimento de vingança, mas aqui reaparece a "força" da fraqueza humana, ser incapaz de superar as diversidades sem desejar retribuir o mal recebido.
A mistura de paixão, vaidade, luxúria e preguiça estão claramente expressos nesta obra de Dumas (pai), seu "Conde de Monte Cristo" acaba revelando-se um exemplo do ser humano que é ferido, injustiçado, mas que consegue superar tudo - mesmo que tendo como motivador um sentimento destrutivo -, mas que encontra mais clareza sobre os fatos da vida e acaba desistindo do ato final que fora motivado pelo sentimento perverso da vingança. Tudo isso acaba bem por causa de um motivador mais potente que a própria vingança: o amor.
Enfim, esta obra de Alexandre Dumas (pai), para mim é a mais significativa contribuição para a literatura universal.

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