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terça-feira, 16 de junho de 2015

A mulher que esta revolucionando a política na Alemanha

Javier Lozano | Tradução Blog VALDERI | Do site Religión en Liberdad

Ela está revolucionando a política alemã. Esta fazendo sombra para a poderosa Angela Merkel e até mesmo o seu nome soou para presidente do país e futuro chanceler. Este é o caso de Úrsula von der Leyen, uma política incomum que está desbravando novos caminhos na Europa. É precisamente agora Ministra do Trabalho e Assuntos Sociais, na Alemanha e na Espanha é conhecida por ter vindo para oferecer postos de trabalho para 5.000 jovens espanhóis.
Esta alemã de 55 anos é alguém mais que política. Os alemães a chamam de “a mãe da nação”, pois tem sete filhos. Durante seus anos na política se dedicou em demonstrar a grandeza, as enormes vantagens dos filhos na sociedade e lutou para abrir caminhos para as famílias que querer ter filhos em uma Europa com uma histórica crise demográfica.

A IMPORTÂNCIA DE REZAR COM SEUS FILHOS
Von der Leyen é também uma mulher de fortes convicções religiosas. É cristã e praticante. Conta orgulhosa como é importante tomar café da manhã todos os dias com seus filhos e rezar com eles antes de começar a cumprir suas obrigações no Ministério. Igualmente faz o mesmo todas as noites antes que seus filhos irem dormir.
É uma das principais personagens em recuperar e pôr em evidência na Europa os valores cristãos que forjaram o continente séculos atrás. A família tem aqui um papel essencial. E ela o sabe. E não se importa em liderar esta revolução familiar. Não é de estranhar, portanto, que as feministas radicais a tenham na mira e sempre na agenda de suas críticas e insultos. “Essa mulher!”. Assim se referem a ela com desdém as feministas. No entanto, ela lhes responde que Alemanha e Europa seriam melhor com mais mulheres como ela, quer dizer, mães.

LUTADORA PELA FAMÍLIA
Desde 2009 é ministra do Trabalho, mas sua incansável luta pela família vêm de mais tempo, pois, de 2005 a 2009, foi ministra da Família, Mulher e Juventude. Deste posto legislou a favor deste coletivo e ajudou a que as famílias pudessem conciliar melhor o cuidado com os filhos e o trabalho. Algo básico hoje em dia.
Úrsula mostrou também ao mundo a falácia de que não se pode ser mãe e progredir profissionalmente, sem ter que por isso renunciar a ter família. Estudou Economia e mais tarde se doutorou em Medicina chegando a dedicar-se em pesquisa. Mais tarde se mudou para os EUA devido a compromissos profissionais de seu marido. Ali se dedicou a cuidar de seus filhos e a pesquisa e viu a importância de ajudar a família. A partir daí entrou na CDU alemã e começou sua meteórica carreira política.

SUA CARREIRA NA CONTRAMÃO
Chegando ao governo de Merkel foi consciente de que seus cinco companheiros no Executivo, incluindo Merkel, haviam renunciado a maternidade para dedicar-se a política. Ela era um bicho raro e lamenta que em seu país “por ter sete filhos é mau visto, é considerada uma provocação”.
Como ministra da Família, preparou uma minirrevolução que foi até mal vista por seu partido, porém ela seguiu adiante. Propôs creches gratuitas e ajudas aos pais para o cuidado com seus filhos assim como a permissão para que os pais pudessem ficar em casa cuidando dos filhos. Apesar das críticas ela falava de suas experientes familiares e como pôde conciliar trabalho e família. “Chegaram-me a perguntar se quero colocar os pais no cilício e isso demonstra o desprezo em tudo o que toque o cuidado com os filhos”.

A FAMÍLIA, BERÇO DE VALORES
Em uma entrevista à ABC quando também era ministra da Família, Von der Leyen assegurava que “não sou uma supermulher, aonde estou é o resultado de um longo caminho de altos e baixos e decisões com o marido, e também de alguns erros”.
“A família recobra sua importância, não só como fator de equilíbrio, mas como ferramenta para transmitir diretamente uns valores, uma interioridade e uma transcendência. Ademais, comprovamos que sem filhos um país não pode seguir existindo, por razões econômicas e também emocionais”, afirmava.

“OS FILHOS NÃO SIGNIFICAM POBREZA”
Neste sentido agregava que, “estamos numa situação muito crítica, sobre tudo psicologicamente. Temos que voltar a falar do pão que os filhos trazem debaixo do braço: se chama alegria, força criadora, segurança futura... que os filhos não significam pobreza, mas sim perspectiva”.
Do mesmo modo, Úrsula Von der Leyen afirma que temos que recuperar os valores de sempre, não existem os novos. “A família, a responsabilidade pelo outro, valores cristãos que devem ser traduzidos a outros tempos. A família não pode sobreviver olhando o que foi, sua economia e a de todos é já global e a mulher é hoje muito importante. Mas continua importante que haja filhos nas ruas, a solidariedade geracional, a boa educação, a subsidiariedade, e deve-se perguntar como mantê-las no mundo moderno”.
Em sua opinião, a família “recupera importância frente a globalização. A família é aonde se aprende a responsabilidade entre filhos e pais, os valores que queremos para o amanhã. A educação hoje é sem fronteiras, mas igual necessita limites, pois igual se encontrará regras. Os filhos seguem necessitando de tempo, e exemplo: e devem conhecer o valor do esforço para o sucesso”.
Apesar de se verem mudanças no mundo atual. Já existem empresas que preferem pessoas com família que solteiros. A ministra responde que é algo normal, pois “são as cabeças mais flexíveis, rápidas e maduras emocionalmente”.
Igualmente, conta sua experiência nos EUA quando se mudou para lá com seu marido. “Quando me apresentava para trabalhos nos EUA sempre me perguntavam que fazia além do trabalho, se criava filhos ou colaborava com alguma associação. Deram-me postos por ter filhos... na Europa me dariam por não tê-los!”.
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