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quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Myleide

Já escrevi algumas vezes sobre a estanha relação que algumas pessoas nutrem com certos animaizinhos de estimação, tratando-os como filhos adotivos, um comportamento que realmente reprovo quando se transforma em descarrego emocional com o benefício da não responsabilidade dos filhos biológicos.IMG_20141208_090845
Mas certa pessoa me emocionou a alguns dias. Ligou-me numa certa hora da tarde em prantos lamentosos para comunicar-me o trágico falecimento de sua cachorrinha chamada Myleide. Era novinha, tinha poucos meses de vida e encantava a vida desta pessoa que de tão triste nem conseguia conversar direito.
Muitas vezes, confesso, em determinadas realidade familiares se faz necessário um animalzinho para receber a atenção que não se consegue depositar naqueles que nos rodeiam. Talvez seja este o caso da Myleide e sua delicada e sensível dona.
Penso que este caso possa ilustrar também uma difícil realidade da vida humana, a morte. Parece diminuir este momento tão delicado da morte humana querendo compará-la ao de uma cachorrinha, mas muitas vezes estes pequenos eventos nos fazem lembrar do ar que respiramos e que nos mantêm de pé, consciêntes e pensantes.
Myleide era uma criatura de Deus e como tal era amada por Ele. Até onde se compreende, não existe uma alma imortal nos cacchorros, mas a lembrança destes animaizinhos vivem na mente daqueles que sempre os cuidaram.

Um comentário:

Milena Melo Silva disse...

Saudades da minha Myleide... :(