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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Nota: Não vejo mais outra atitude a tomar!

Queridos amigos.

A muito anos nossa amada nação vêm sendo maltratada pelas pessoas públicas que assumem algum tipo de poder e influência sobre a massa brasileira, distorcendo fatos, impondo opiniões e chegando ao ponto de desejar elevar suas teorias pessoais ou partidárias ao nível de verdade objetiva, o que demonstra o nível de imbecilidade e em muitos casos maquiavelismo. O povo é tratado como meio para se alcançar um fim desejado, que nada mais é que a entronização do anti-objetivo, ou seja, do relativismo como norma da “verdade”. Neste caso ninguém mais pode dizer que busca a verdade, pois a verdade é fabricada por nós, fabricada por mim, eu dito a mim mesmo se uma criança é um ser humano ou não, se sou da mesma raça do macaco ou não.

Mas vai além disso, pois o relativismo – que já faz parte de nossa nação graças aos políticos comunistas e a omissão de alguns … – é apenas a ferramenta para algo pior: emburrecer de tal forma a grande multidão que a torna mais mansa que um rebanho de ovelhas.

Como sacerdote, choro dia e noite em meu coração por saber que o Brasil parece não ter mais saída, que vai realmente passar pelo inverno rigoroso da “cultura” da morte, onde a desvalorização do ser humano é o ápice deste relativismo da verdade, pois através disto, a moral não é mais objetiva nem pode se dizer normativa. A moral nada mais vale, na verdade acaba sendo taxada como pedra de tropeço para uma nação de “evoluídos”.

O Brasil neste dia primeiro de agosto de 2013, presenciou a Sra. Presidente da República sancionar a PL 03/2013, que claramente abre as portas para a legalização do aborto, permitindo aos médicos – quase os obrigando! – a darem pílulas do dia seguinte a vítimas de estupro. O que para alguns pouco informados pode parecer algo não tão ruim, abre a porta para qualquer aborto legalizado, pois será muito fácil qualquer mulher grávida dizer-se vítima de aborto para tomar a pílula assassina.

Graças ao bom Deus, muitos cristãos foram acordados da letargia em que viviam, apesar de um pouco tarde. Vemos nestes últimos anos muitos aderindo a projetos e manifestações pró-vida, tudo em defesa do valor do nascituro, em defesa daqueles indefesos que ainda nem chegaram – e talvez nem chegarão! – a se banhar na luz sol.

Com tudo o que podia, me juntei a vários frontes, chegando a ir  para rua numa tentativa de dizer que a vida não é brinquedo na mão de uma pessoa. Pela internet, escrevi, dialoguei, contestei e respondi… tudo em vista de ajudar a valorizar a vida humana desde a concepção!

Não estou jogando a toalha, como aquele boxeador já desanimado da luta. Mas hoje, neste dia sombrio para o país, não vejo mais outra atitude a tomar!

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