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quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Lei da Convivência - III

Em continuação de Lei da Convivência – II.

Agora pode-se colocar a questão: se falou dos filhos que tendem a imitar seus pais na possível compreensão de que seu modo de vida seja uma demonstração de crescimento. Mas hoje, não presenciamos muitos jovens que fazem exatamente o contrário?

Esta pergunta é válida enquanto constatação da realidade, mas não é exatamente verdadeira enquanto índice característico da juventude em geral. Não podemos dizer que mesmo estes jovens (não se utilizará a distinção jovem e adolescente em vista da relativa definição de faixas etárias para cada grupo) não tenham na infância visto os pais como exemplos de atitudes a tomar, pois é natural do ser humano procurar donde aprender quando percebe-se nu de conhecimento. Justamente a convivência com os pais deveria formar os filhos na retidão das atitudes e do caráter moral.

O que acontece então? Claramente se chega a conclusão de que é os pais que não possuem o amadurecimento necessário para transmitir aos filhos esta “atração”, ou seja, por este motivo, os filhos não desejam mais olhar para os pais como exemplos de atitudes e moralidade, portanto, algo a ser imitado. Surge, então, uma ferida nesta Lei da Convivência, pois os filhos que convivem com seus pais não se encaixam nesta “lei” que tentamos evidenciar.

Pode parecer que esta “Lei da Convivência” é falha e por isso não teria validade no mundo de hoje. É um pensamento equivocado, pois analisa pontualmente uma célula da convivência humana, algo que não pode destruir uma Lei que pretende abranger toda dimensão humana. De fato, os mesmos jovens que não procuram imitar os pais, vão procurar se identificar com alguém ou algum grupo social, algo de onde se possa abstrair algo para sua vida. Com este alguém ou grupo social elegido manterá uma convivência, de modo que, aquilo esperado na convivência com os pais acontecerá nesta outra convivência. A Lei da Convivência continuará a agir nestes jovens.

Deixando mais claro:

Talvez seja necessário esclarecer de modo simples o que pretendo dizer com Lei da Convivência. Se trata nada mais do que a constatação de que, aquilo pensando e recebido como verdade a ser vivida deve ser testemunhada com a vida, para que possa ser transmitida eficazmente. Evidentemente, refiro-me mais a evangelização na Igreja de Cristo. A verdade revelada que precisa ser conhecida por todos os homens e mulheres, precisa ser mostrada com uma vivência, ou seja, a vida que exala palavras da verdade. A Lei da Convivência, é tirada desta realidade que abstraimos: para mostrar e convencer da verdade, preciso vivê-la e testemunhá-la para que aqueles que não a conhecem possam conhecê-la pela minha vida e será quase inevitável, aderir a ela. Como dito noutro momento, em minha compreensão, a Evangelização precisa deste passo.

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