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sábado, 7 de julho de 2012

Administrador Apostólico de Harbin, na China, é detido momentos antes de ordenação episcopal ilícita

A perseguição à Igreja Católica continua:

Na véspera da ordenação ilegítima de um bispo em Harbin, província de Heilongjiang, na China, o Administrador Apostólico local, Padre Giusseppe Zhao Hongchun, foi "convidado" por oficiais de assuntos religiosos do país para um jantar, após o qual se desconhece seu paradeiro.

As tensões entre a Igreja e as autoridades aumentaram em razão da designação de um prelado sem autorização da Santa Sé, o que motivou um forte comunicado da Congregação para a Evangelização dos Povos.

Segundo fontes locais, o Padre Zhao - que não pertence a Associação Patriótica oficialista que pretende controlar a Igreja Católica - chamou um dos sacerdotes de sua paróquia para informar aos fiéis de sua ausência durante os próximos dias. O sacerdote teria dito que os oficiais necessitavam falar com ele e "a conversa poderia tomar vários dias".

Esta modalidade de detenção é bastante usual para o sacerdotes católicos fiéis à Santa Sé.

A nomeação do presbítero como Administrador Apostólico por parte da Santa Sé aconteceu em dezembro de 2011, após a qual P. Zhao trabalhou pela unidade e pela reconciliação na Igreja local. Quando os rumores de uma possível ordenação ilegítima começaram a circular em maio, o sacerdote solicitou aos católicos que rezassem para que o Padre Yue Fusheng não cedesse à pressão e esperasse o mandato da Santa Sé.

O Padre Zhao também teve uma conversa pessoal com o próprio candidato, na qual solicitou-lhe que se comunicasse com o Vaticano para tratar o assunto da ordeanação episcopal, segundo narraram fontes locais.

A detenção do Administrador Apostólico objetiva prevenir qualquer ação do sacerdote que pudesse evitar a nomeação ilegítima do bispo.

Esta ação se une a uma resposta do Escritório de Assuntos Religiosos à nota urgente do Vaticano, com respeito à ordenação, que qualificou a mensagem pontifício como "bárbaro e irracional", "chocante" e "cheio de ameaças".

A declaração oficial, de escassa prudência diplomática, rechaçou a nota vaticana e afirmou que a "interferência e alegações" da Santa Sé "restringem a liberdade" e afetam "o saudável desenvolvimento da Igreja Católica na China, e não dão benefício algum à Igreja universal".

Analistas de meios especializados qualificaram como paradoxal e contraditória esta menção da liberdade religiosa por parte da oficina que pretende controlar politicamente a vida interna da Igreja Católica na China com métodos como a detenção do Padre Giusseppe Zhao Hongchun.

Com informações da Asia News.

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*Fonte: www.gaudiumpress.org

**Partes em negrito Blog VALDERI

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