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sábado, 2 de junho de 2012

Sábado – Jd 17,20b-25 Mc 11,27-33

VIII Semana do Tempo Comum

Pe. Valderi da Silva

Nossa fé deve sempre nos levar a oração, pois é ela, segundo Judas, que nos deixa vivos na presença de Deus. Em realidade a oração é o meio mais eficaz de, diariamente, mantermos avivada nossa fé e assim ser capaz de cumprir todos os mandamentos vindos do amor de Deus para a nossa felicidade vivendo da santidade que nos leva a vida eterna. Sem o hábito da oração diária facilmente caímos no esquecimento das coisas de Deus e aos poucos vamos desenvolvendo desculpas para desconsiderar algumas atitudes como pecado. Em outras palavras, vamos enrijecendo nosso espírito, pois sem a oração ele não mantêm a força que o mantêm firme e com a força necessária para combater o pecado e viver na graça de Deus.
Este hábito da oração pode ser desenvolvido com um “plano de oração”, algo bem simples que nos direciona para o que desejamos falar a Deus e como queremos dizê-lo. Pode-se elaborar um pequeno esquema mental, onde coloca aquelas orações mais simples para início e fim do momento da oração, deixando um espaço entre elas para a meditação de algum texto bíblico ou livro, ou mesmo alguma imagem bíblica que nos vem a mente. O importante é não querer improvisar, pois as vezes, no impeto de improviso, acaba-se preocupando demais em o que se irá rezar, fazendo com que o espírito não se acalme o suficiente para viver a oração. A oração do rosário é uma boa escolha, mas que não seja a única.
Neste evangelho de hoje, Jesus é questionado sobre sua autoridade, perguntam-lhe com que autoridade fazes estes milagres, ensinas deste modo e censuras os líderes religiosos. Fazem esta pergunta justamente por que reconhecem Nele o enviado de Deus, aquele que recebeu do próprio Deus toda a autoridade no Céu e na Terra.
Estes mesmo que questionam Jesus não reconheceram João Batista, por isso Jesus lança-lhes esta pergunta em condição para os responder: o batismo de João, vinha do céu ou dos homens? (Mc 11,30). O Senhor sabe que eles não reconheciam João Batista como enviado de Deus, por isso eles não responderam e Jesus também não os responde sobre seu questionamento.
Estes que indagaram a Cristo já vinham com uma disposição de recusa, por isso seria inútil Jesus explicar-lhes de onde vinha sua autoridade. A conduta dos homens e das mulheres nem sempre é uma conduta receptiva, que é capaz de reconhecer o autoridade de Cristo. A graça de Deus só pode ser eficaz naquele que dispõe de um espírito aberto a sua autoridade, ou seja, que O reconhece como Senhor e Salvador e que não questiona seu poder diante dos homens. Não que sejamos servos que simplesmente O obedecem roboticamente, mas de fato devemos obediência a Cristo, obediência da fé, que sabe, mesmo sem compreender totalmente, que Ele pode tudo e que nós dependemos Dele para viver na graça de Deus.
Nossa oração assume neste ponto um papel muito importante, pois através dela consigo, pouco a pouco, aceitar mais claramente os mandamentos de Cristo e consequentemente tudo aquilo que de Deus vêm a mim, isto é, Sua Vontade.

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