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terça-feira, 19 de junho de 2012

China: mulher é forçada pelas autoridades a abortar

Washington, 17/06/12

 Tradução - logo animado Milhares de pessoas no mundo todo protestaram através das redes sociais pela abusiva política do “filho único” na China, logo que circulou a imagem de uma mãe inconsciente junto ao cadáver de seu bebê abortado a força aos sete meses de gestação.

As autoridades da China investigam o caso ocorrido na província de Shaanxi, no norte da China, onde a polícia levou a força a cidadã Feng Jianmei para obrigar-la a abortar seu segundo filho porque não pode pagar a tempo os 40.000 yuanes (6.200 doláres) com os que o governo sanciona a quem ousam ter mais de um filho.

El esposo de Feng publicó en una popular red social china una foto de su hijo muerto por el efecto de una inyección letal que aplicaron directamente en la cabeza del bebé, mientras la madre permanecía atada a la fuerza a una camilla.

O esposo de Feng publicou em uma popular rede social chinesa uma foto de seu filho morto por efeito de uma injeção letal que aplicaram diretamente na cabeça do bebê, estando a mãe permanecia atada a força a uma cama.

Mais de meio milhão de chineses comentaram o caso repudiando a atitude das autoridades. O caso se estendeu ao Facebook e ao Twitter e também foi reproduzido pelos meios de comunicação em todo mundo.Mulher forcada a abortar [china]

A China instaurou ao final dos anos 70 uma drástica política de controle de natalidade que inclui abortos e esterilização forçadas. Os que violam a lei e geram mais um filho sofrem consequencias laborais e sociais.

Sobre este tema, Carlos Polo, diretor para a América Latina do Population Research Institute, considerou que tornar visíveis estes abusos “é o primeiro passo para sua erradicação”.

“Desde a primeira visita de nosso Presidente Steve Mosher a China em 1979, o PRI enviou várias equipes de investigação sobre a aplicação da política de ‘um só filho’. Em 2009, PRI enviou uma equipe de investigação de campo a seis condados onde o Fundo de População da UNO ajudava a China a aplicar esta política. A evidencia de multas impagáveis como neste caso, represálias contra familiares, perseguições, abortos tardios forçados de crianças a pouco de tempo de nascer, etc., se entregaram a funcionários em Washington e outras capitais com a recomendação de deter o financiamento dessa organização de controle populacional. Nosso trabalho permitiu que se tire centenas de milhares de doláres que lamentavelmente o governo de Obama devolveu”.

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*Fonte: ACI/EWTN Noticias

**Tradução do espanhol: Blog VALDERI

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