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terça-feira, 13 de março de 2012

Terça-feira - Dn 3,25.34-43 Mt 18,21-35

III Semana da Quaresma

Pe. Valderi

O povo de Israel sente-se arrependido dos pecados, percebe que o reconhecimento humilde de suas faltas é necessário para a aproximação de Deus. Vê-se neste momento de sua história reduzido por causa da dispersão, muitos poucos estão juntos e assim são forçados a refletir sobre o pouco e como chegaram a esta situação. Nada mais normal do que concluir que o grande motivo da ausência das graças de Deus, que não os permitiriam ficar assim, é os muitos pecados cometidos.

É bem verdade que Deus não provoca a dispersão do povo, mas seu afastamento permite que as forças inimigas prevaleçam contra o povo eleito. Nisto observamos mais uma vez que a presença viva e constante de Deus em nossas vidas é o motivo de vencermos as dificuldade ou saber suportá-las com dignidade e resignação humilde. O que nos acontece é o mesmo que acontecia com o povo do Antigo Testamento. Nós, em determinados momentos, nos afastamos de Deus, colocando-O para longe, não permitindo que sua graça me acompanhe, proteja e ilumine. E o causador deste afastamento é o PECADO.

O Catecismo da Igreja Católica nos lembra o que entendemos sobre o que é o pecado: pecado é uma falta contra a razão, a verdade, a consciência reta; é uma falta ao amor verdadeiro para com Deus e para com o próximo, por causa de umconfessionário apego perverso a certos bens [1849], deste modo, nos apegamos de tal forma a estes “certos bens”, que podem ser materiais ou não (como ideias, conceitos, moda, etc.), que vamos empurrando Deus para longe de nosso convívio. Vejamos que na maioria das vezes não estamos conscientes deste efeito provocado pelo pecado, por isso, para sempre nos precaver em não ficar privados da graça de Deus em nossas vidas, é preciso evitar todo e qualquer tipo de pecado, grande ou pequeno, grave ou leve, e buscar assiduamente o sacramento da confissão.

Junto ao pecado, arrependido, e confissão está o perdão. Eles fazem parte desta momento importante para a vida cristã. O pecado não é querido, mas aparece sem pedirmos. Arrependimento, confissão e perdão, é o que devemos procurar. Cristo neste evangelho revela como Deus vive o perdão e espera que assim o vivamos para nos assemelharmos a Ele. Não devias tu também, ter compaixão de teu companheiro assim como tive compaixão de ti? [v.33]. Buscamos o perdão de Deus por nossos pecados, mas este perdão recebido deve ser vivido por mim, agora devo agir com este perdão que foi dado, perdoando aqueles que precisam de meu perdão. Isto não fere a justiça, nos dá capacidade de amar mais, de viver melhor com nossos irmãos lembrando que a todos Deus perdoa e que Ele deseja que nos perdoemos mutuamente, assim como nos faz prezar no Pai Nosso.

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