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sexta-feira, 9 de março de 2012

Sexta-feira Gn 37,3-4.12-13a Mt 21,33-43.45-46

II Semana da Quaresma

Pe. Valderi

Hoje nos é apresentada o início da história de José, onde seus irmãos tramam e conspiram contra ele acabando assim por vendê-lo a mercadores. Jose vendido pelos irmaos

Neste tempo de quaresma, onde meditamos sobre a história da salvação com vista na glória de Cristo depois da ressurreição, é conveniente também que se apresente este relato, pois se trata de mais um momento de luta do ser humano contra seus próprios irmãos para conseguir viver. Em vários momentos da história homens e mulheres se encontraram assim, diante de injustiças e conspirações contra a própria vida elaborados pelos seus próprios homens, ou seja, o que Cristo sentiu na carne com a injustiça, condenação e morte, muitos no Antigo Testamento já prefiguravam. José, assim como Abel, transmite a nós a imagem daquele que sofre pela inveja e desconforto dos outros, pois veem nele obstáculo para garantir sucesso em suas vidas.

José poderia se encaixar bem nesta parábola de Jesus. A cegueira dos sacerdotes e anciãos do povo não o deixaram ver no principio que Jesus falava deles. Estes, que pouco depois, tramariam e conspirariam contra Jesus mandaram-no para a prisão e condenaram-no a morte; são alvo principal das palavras de Cristo, nelas Ele denuncia seus corações cheio de soberba e fechado a Deus onde somente o interesse próprio é capaz de movê-los a fazer algo, como os vinhateiros da parábola. Eles somente se moveram para tramar a morte do herdeiro visando o próprio bem, a própria fortuna. Aqueles que tramaram a morte de Cristo não miravam algo diferente: desejavam apenas que o povo continuasse sob suas orientações e ordens fundadas numa vaidade e egoísmo, deixando de lado os interesses do próprio Deus, a quem supostamente serviam.

Das mãos daqueles que se outorgam guardiões do Reino de Deus, lhes será tirado o que tem e dado a quem realmente sabe administrar e encaminhar as almas ao Céu. Assim, Cristo adverte os chefes dos sacerdotes e anciões para nos mostrar que não basta ter cargo ou status é preciso exercer seu ministério com o coração voltado ao bem de todos e sempre colocando a vontade de Deus acima das nossas.

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