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sexta-feira, 2 de março de 2012

Sexta-feira - Ez 18,21-28 Mt 5,20-26


I Semana da Quaresma
Pe. Valderi
Nossa conduta nesta vida define nossa vida ou morte para Deus. Não conseguiremos gozar da vida se vivemos como os ímpios, mas se não somos como os ímpios e permanecemos assim, vivemos, e também se nos arrependemos de nossa vida manchada pelos pecados, também vivemos.
O ímpio não vive para Deus, pois como alguém que goza das imoralidades, da injustiça, das desavenças, das blasfêmias, da intriga entre os irmãos pode pretender que Deus lhe dê a vida eterna? Nossa vida presente neste mundo é reguladora na hora do juízo de Deus, não estamos simplesmente “livres” de uma vida virtuosa somente porque tenho muito tempo pela frente em minha vida. Tudo que fazes agora, independentemente com que idade, é lembrado por Deus, de modo que todos os dias devemos viver retamente.
Por outro lado, aquele que vive retamente, ou seja, que não vive cometendo injustiças, imoralidades, falsidades, desavenças, etc., viverá, ou seja, tem a recompensa por esta vida que viveu temente a Deus e tentando ser imagem do Criador para os irmãos, através da caridade e da boa convivência.
Também há aquele que, tendo vivido justamente e honestamente boa parte de sua vida, acaba no final pecando e caindo neste caminho longe de Deus. Este terá um triste julgamento, pois não conseguiu ser perseverante no caminho que fazia tão bem, e por isso também morrerá como o ímpio. Em contrário, aquele que vive desregradamente e se arrepende de todos os pecados, converte-se a uma vida reta e faz penitência por tudo que cometeu, viverá, pois Deus prefere que ímpio mude de conduta e viva (v.23), não prefere sua morte.
A entrada no Reino dos Céus passa pela justiça, não há como driblar este crivo divino. Sempre ouvimos que Deus é misericórdia sem limites, e realmente é assim, pois graças a ela é que podemos receber o perdão de nossos pecados na confissão. Mas o mesmo Deus também é justiça perfeita, e isto quer dizer que mesmo sendo amor e misericórdia Ele não fecha os olhos a nossos crimes ou virtudes.
Jesus neste evangelho admoesta os discípulos de como é importante ter este sentido de justiça em nossa vida cristã. A tentativa de realizar tudo com justiça deve fazer parte de nossos costumes diários, afinal é no dia a dia que podemos cometer desde as pequenas até as mais graves injustiças, seja pessoalmente, mentalmente ou por gestos ou palavras. Quem chamar seu irmão de tolo, será condenado ao fogo do inferno, diz Jesus. Aquilo que parece ter se tornado “normal” em nosso meio de falar, ou seja, xingar e até falar palavrões, pode revelar nosso espirito injusto, e Cristo afirma que toda a injustiça contra algum irmão será motivo de condenação. Para não perecermos, devemos buscar a reconciliação com aqueles que ofendemos, para somente depois vir até o altar de Deus fazer nossas orações e oferendas. Do contrário como vamos pretender que Ele aceite ofertas de mãos injustas, ímpias, como os fariseus?! Nossa reeducação também é importante, pois mostra a nós e ao mundo que quero viver para Deus e fugir do perigo da morte eterna.

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