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quarta-feira, 7 de março de 2012

O castigo é o próprio prazer

Pode parecer estranho afirmar que o castigo que se pode receber é de fato o próprio prazer. Claro que me refiro a determinado prazer escravizante que aos poucos acaba tornando o homem ou a mulher escravo do próprio veneno produzido por seu próprio corpo.
Existem certos prazeres no dia de hoje que não representam um perigo neste caso do vício escravizante como o "vício" da leitura ou de escutar boa música até mesmo daquele que parece estar "viciado" em trabalho.
Mas todo vício por ser denominado vício já não caracteriza um estado perigoso? Esta palavra jã esta chagada pela negatividade de seus resultados, e isto vemos no vícios de entorpecentes e alucinócenos, além do fumo e bebidas alcóolicas. Mas o "vício" pode ser uma ação realizada pelo impulso de se te-la realizado muitas vezes e que agora se torna algo quase que automático mas também que traz prazer, ou seja, se faz porque resulta em certo bem estar pessoal. Por isso citei o "vício" da leitura que pode ser uma ação automática ao termos em mãos um livro mas também porque traz a determinadas pessoas certo prazer.
Escravidão Evidentememte a denominação vício já traz em si uma conotação negativa. E é por causa dessa conotação que afirmo ser o próprio prazer um castigo pelo pecado cometido. E existe vício que não seja escravizante? De fato existe, mas em se tratando daqueles vícios por produtos que trazem prazer intenso e imediato mas momentâneo, eles escravizam pois fazem xdaquele que esta viciado um consumidor que depende deste produto/coisa/pessoa para viver. Assim vejo o castigo que este prazer inflige sobre o pecador: tira a liberdade do ser humano além de lhe diminuir ao mínimo sua dignidade fazendo-o implorar por algo que na verdade é seu algoz.
Nesta linha esta aquele que se viciado em sexo e "curtição", aquele que se vê realizado somente quando consegue responder aos anseios do corpo e da mente inundada pelas imagens apelativas de erotismo. Aquela moça ou rapaz que não consegue pensar em nada prioritariamente por conta da ansiedade de "curtir", "ficar" e "transar" já esta sendo castigado pelo pecado da promiscuidade, pois esta lhe sendo tirado além da liberdade e da dignidade e tempo e o sentido de valor que é preciso ter para a formação humana, intelectual e espiritual.
Este castigo a que me refiro não os livra da culpa e também da pena por ofender a Deus, o próximo e a si mesmo. Para ao menos estar livre da pena deve implorar o perdão de Deus no sacramento da confissão.

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