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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Terça-feira Tg 4,1-10 Mc 9,30-37

VII Semana do Tempo Comum

Pe. Valderi

Tiago nos apresenta a consequência de se estar unido ao mundo, usando com esbanjamento seus prazeres, a mais grave destas consequências é a “inimizade” com Deus, ou o afastamento Dele. Pois, não se consegue ser amigo do mundo ao mesmo tempo que se deseja ser amigo de Deus. É como querer ter Deus no coração ao lado do Diabo.

O mundo nos oferece muitas coisas más, não que ele em si seja mal, mas as criaturas pelo pecado original e por sua tendência ao mal sempre oferecem o que de mais descordante de Deus existe. Por isso, quem elege as coisas do mundo como norteadoras de sua vida acaba pouco a pouco se afastando de Deus e se identificando com o mundo. Isto, vemos em nossa sociedade ambiciosa pelo status de celebridade da mídia ou dos negócios. Estes homens e mulheres vivem em um mundo longe das maravilhas da vida divina, onde as tendencias, moda e os “valores” do mundo são tão poderosos que os deixa cegos para a vida que estão perdendo. Este é somente um exemplo de vidas que estão ludibriadas pelo mundo e suas “coisas” e que estão cada vez mais afastados de Deus e sua vida eterna.

Na mesma carta de Tiago lemos que quando estamos mais envoltos nas coisas do mundo podemos até pedir e suplicar a Deus, mas não recebemos o que pedimos porque pedimos mau, pedimos com o coração repleto de amor pelo mundo e não por Deus. O que temos que perceber é que ao investir nossa atenção nos “valores” do mundo nos desabilitamos das virtudes, ou seja, aquilo que seria caridade vira mera filantropia, o que seria esmola vira donativo “sem fim lucrativo”. O que seria humildade vira expressão de medo de se manifestar em público. Deus resiste aos soberbos, mas concede a graça aos humildes (v.6). Cruz de costas

Jesus anuncia mais uma vez sua necessária passagem pelo sofrimento do calvário até a morte para culminar na  ressurreição. Seus discípulos não compreendem a totalidade de suas palavras, e de fato somente irão compreendê-las após a ressurreição quando enfim testemunharem o Cristo Ressuscitado. Esta incompreensão não pode ser confundida com falta de fé, em realidade o que Jesus lhes anunciava era algo inconcebível intelectualmente – algo que puramente pela razão ainda é –, por isso Jesus tenta sempre instrui-los para que consigam compreender mais sobre sua paixão.

Os discípulos, num momento em que o egoísmo e a vaidade agiram mais forte, comentavam sobre quem seria o maior no Reino dos Céus. Cristo logo lhes responde com um ensinamento que deverão levar para toda as suas vidas: se alguém quiser ser o primeiro, seja o último de todos e aquele que serve a todos (v.35).

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