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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Terça-feira Is 55,10-11 Mt 6,7-15

I Semana da Quaresma

Pe. Valderi

Neste tempo quaresmal de vivência intensa das praticas cristãs, não poderia faltar o tema da oração. De fato, ela é o que precede todas as outras ações em nossa vida de fé, ela é o canal que nos coloca em contato com Deus. Por isso dizemos diante de qualquer situação: reze a Deus, pois ali esta o início de qualquer atitude a ser tomada. A ação nada vale sem a oração (ESCRIVÁ, Josemaria. Caminho. Ed. Quadrante, 1999, 81).

A oração que Cristo nos ensinou é compêndio de diálogo com Deus. Nela encontramos resumidamente tudo o que podemos conversar com Deus e ao mesmo tempo tudo aquilo que podemos fazer para viver segundo Sua vontade.

Pai nosso que estáis nos céus (v.9): Ele mesmo nos dá o lugar do Pai, é de lá que Ele nos acode e sustenta, mas a grande revelação é que Ele, o todo-poderoso é nosso pai, não alguém distante de nós, mas próximo o suficiente para nos atender. Santificado seja o teu nome (v.9), é o que Ele esperava que nós honremos visto que santo Ele é, e nao depende de ser mais ou menos santo, depende sim que Sua santidade se espalhe sobre os homens. Por isso, pedir que seja santo o Seu nome entre os homens. Venha o teu Reino (v.10),o reino de Deus que é de paz e amor, de justiça e caridade, de humildade e fortaleza. Este reino não é um lugar ou algum título, mas um estado espiritual, algo que ao vir congregará os justos e verá se afastar os injustos, aqueles que desdenharam a voz que apelava para a santidade. Seja feita a tua vontade, assim na terra como nos céus (v.10). A vontade de Deus não é julgo nem obrigação, como se estivéssemos a mercê de um patrão interessado apenas em nossos serviços. A vontade de Deus é pelo contrário que realizemos nossa natureza e façamos tudo conforme a finalidade por Ele estabelido para o bom crescimento de Sua criatura. Esta vontade divina nos quer junto Dele, por isso não devemos ter medo de nos lançar completamente em suas mãos. O pão nosso de cada dia dá-nos hoje (v.11). Este alimento tão necessário para nós e que as vezes falta para tantos deve ser suplicado não somente pensando em mim ou minha família, mas também nestes tantos lares e pessoas que não conseguem um alimento digno para seu sustento. Este pão que nos sustenta também é o pão espiritual, a Eucaristia, e pedimos a Deus Pai que nunca falte este Pão dos Anjos para nosso sutento de alma e espírito. Perdoa as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido (v.12). O pedido de perdão é essencial em nossas orações. Cristo ao inclui-lo nesta oração nos diz isso, nunca devemos esquecer de pedir perdão por aquilo que cometemos e por aquilo que deixamos de fazer. Pedimos perdão a Deus Pai e nos comprometemos a perdoar nossos irmãos, principalmente aqueles que nos ofendem ou ofenderam. Isto é fundamental para o cristão, saber perdoar como Deus te perdoa. E nao nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal (v.13). Isto é o que sempre esperamos de Deus, que nao permita que o mal consiga me convencer a ceder a tentação, pois ela me inevitavelmente ao pecado e assim longe de Deus. Por isso, “livrai-nos, Senhor de todo mal”.

São Josemaria Escrivá dizia: nunca sejais homens e mulheres de ação longa e oração curta (Caminho. 936), que seja nossa oração a que gasta mais tempo para partirmos para a ação confiantes de que Deus esta nela.

Para leitura: Sermão sobre a Oração Dominical: O "PAI NOSSO"

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