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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Sexta-feira 1Rs 11,29-32; 12,19 Mc 7,31-37

V Semana do Tempo Comum

Pe. Valderi

A infidelidade de Salomão custará caro ao povo, ele será dividido e o povo fará um cisma, se separará, ou seja, a unidade não mais se estabelecerá como nos tempos de Davi. O pecado traz essa consequência em nossa vida, nos divide, provocando uma verdadeira separação interior. Neste estado não somos mais coeso, não temos mais unidade no espírito pois estamos uma parte voltada para Deus e outra voltada para o mundo. Salomão perder seu reino justamente por isso, enquanto estava uníssono com Deus tudo ia bem, mas no momento em que rompeu esta unidade exclusiva através do pecado, não mais numa unidade perfeita mas dividido entre Deus e o mundo, por isso as consequências apareceram.

Nossa vida cristã não é diferente, temos apelativos a todo instante para “repartir” nosso coração com Deus e o mundo, mas não podemos nos enganar quanto a isso. Somente aquele que se entrega totalmente a Deus terá a felicidade e a prosperidade que teve Davi ou até mesmo Salomão em sua época de glória. O que somos obrigados a fazer hoje é estar diariamente revisando nossas atitudes, pensamentos e palavras, para podermos estar mais próximos da vontade de Deus em nossas vidas e assim estar mais unidos a Ele.

Jesus cura o surdo Não ser trata de deixarmos os sentimentos familiares como amor ao pai, a mãe, aos filhos, se trata de deixarmos nossa vida se guiar pelas mãos de Deus somente, sem recorrer a modismos e ideologias de época.

Neste evangelho temos duas coisas importantes para observar: a primeira esta na ordem de Cristo ao mudo, “éfata”, abra-te. Cristo abre não somos os olhos aos cegos, mas também os ouvidos para que aquele que esta surdo possa ouvir a palavra de Deus que é dirigida a cada situação da vida, pois Deus sabe de nossas atividades e tem sempre uma palavra orientadora e consoladora para nosso bem viver segundo a sua vontade.

Outra coisa é a insistência que Jesus faz para que ninguém fale sobre suas curas. De fato, Jesus desejava que as pessoas curadas falassem de suas curas depois da consumação de Sua missão, a cruz e a ressurreição. Assim esperava que depois de sua morte e ressurreição as testemunhas de suas maravilhas abrissem a boca para confirmar sua missão de Salvação dos homens. Isto revela a humildade com que Cristo, o Filho de Deus realiza suas obras, sempre esperando mais o agradecimento de coração do que a manifestação pública de admiração.

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