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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Quinta-feira 1Rs 11, 4-13 Mc 7, 24-30

V Semana do Tempo Comum

Pe. Valderi

Depois de vermos a glória de Salomão, quando construiu o Templo para Deus, agora vemos seu declínio. Desviou seu coração, começou a adorar outros deuses. Deixou-se influenciar pelos que o rodeavam, deixando que seu coração ficasse dividido, ou seja, não mais era inteiramente de Deus. Assim deixou de se entregar totalmente a vontade de Deus fazendo com que Deus o visse tristemente como filho ingrato. Salomão foi grande por causa de sua fidelidade ao Senhor. Agora por causa da infidelidade seu reino terá uma grande diminuição.

Deus não trará a destruição para o reino de Salomão, mas aquele que não esta totalmente nas mãos de Deus não consegue ter êxito em tudo que faz e por si somente seu reino, sua vida acaba desmoronando. Deus é o sustentáculo de nossas vidas, Ele é quem anima nossas atividades quando a Ele estamos totalmente entregues. Com Salomão era assim, enquanto deixava-se guiar fielmente pela vontade e amor de Deus gozava de prosperidade, paz e justiça. Também com nós Entregue ao Senhoracontece isso, temos nossa vida sustentada no ser por Deus, nosso criador, mas a medida que nos entregamos fielmente a Ele nossa vida prospera em paz e felicidade, o que não quer dizer que estejamos livres dos obstáculos da vida, mas com Ele os ultrapassamos sem nenhum dano. Ao contrário quando estamos com o coração dividido como Salomão tudo que sofremos nos parece grande demais para suportar e ficamos a mercê da desesperança.

Neste evangelho Cristo resolve se afastar por algum instante da multidão que o seguia, seja por causa dos fariseus que o perseguiam ou por causa das pessoas que o procuravam a todo instante sem compreensão de que também necessitava descanso. Por isso, começa a se aproximar de regiões pagãs, ou seja, aquelas terras fora da Palestina onde o judaísmo não era praticado.

Cristo veio com uma missão pessoal bem definida, por isso diz a mulher que não era justo tirar a mensagem que fora trazida aos filhos de Israel, mas é surpreendido pela resposta da mulher. Não que ela tivesse fé em Jesus, ou acreditasse num Deus único como os judeus, mas a confiança dela em que Jesus podia libertar sua filha do mal fora o suficiente para que Cristo visse nela a imagem daqueles que fora do judaísmo também estão prontos para receber a mensagem salvadora de Cristo.

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