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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Segunda-feira Mc 3, 22-30

III Semana do Tempo Comum
Pe. Valderi
Cristo sempre nos mostra em sua mensagem a face amorosa e misericordiosa do Pai. Hoje, ouvimos Jesus alertando sobre algo muito forte e realmente importante para nossa salvação: tudo será perdoado aos homens... mas quem blasfemar contra o espírito Santo, nunca será perdoado,mas será culpado de um pecado eterno.
Lembrando as palavras do servo de Deus, João Paulo II, “a blasfêmia contra o Espírito Santo... consiste na recusa em aceitar a salvação que Deus oferece ao homem” (Carta Enc. Dominus Vivificantem, 46), uma recusa livre e tomada com sua inteligência. Como Deus poderá perdoar a quem não quer ser perdoado?!
Papa Pio X no seu Catechismo Maggiore explicitou que se pode cometeu este pecado de seis maneiras:
1º - Desesperação da salvação, ou seja, quando a pessoa perde as esperanças na salvação de Deus, achando que sua vida já está perdida. Perdeu as esperanças em Deus.
2º - Presunção de salvação sem merecimento, ou seja, a pessoa cultiva em sua alma uma vaidade egoísta, achando-se já salva, quando na verdade nada fez para que merecesse a salvação.
3º - Negar a verdade conhecida como tal, ou seja, quando a pessoa percebe que está errada, mas por uma questão meramente orgulhosa, não aceita: prefere persistir no erro do que reconhecer-se errada.
4º - Inveja da graça que Deus dá a outrem, ou seja, a inveja é um sentimento que consiste primeiramente em entristecer-se porque o outro conseguiu algo de bom, independentemente se eu já possua aquilo ou não. Ora, se eu me invejo da graça que Deus dá alguém, estou dizendo que aquela pessoa não merece tal graça, me tornando assim o regulador do mundo, inclusive de Deus, determinando a quem deve ser dada tal ou tal coisa.
5º - Obstinação no pecado, ou seja, é a teimosia, a firmeza, a relutância de permanecer no erro por qualquer motivo.
6º - Impenitência final, ou seja, é o resultado de toda uma vida que rejeita a ação de Deus: persiste no erro até o final e recusa arrepender-se e penitenciar-se. (Pio X Catechismo Maggiore)
Mas diante disso talvez fique aquela dúvida: e Deus pode abandonar seu amor pela criatura para que ele se condene? Não fere a misericórdia de Deus?
O que temos que lembrar é que Deus continuará amando sempre seus filhos, por mais pecadores que sejam. Mas Deus respeita infinitamente nossa liberdade e nossa inteligência e por isso Ele não impõe àquele que não quer, a salvação eterna.

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