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sexta-feira, 25 de março de 2011

GUARDA OS PULSOS PRO FINAL

Guarda os pulsos pro final...

Medida suicida de quem egoisticamente quer se livrar da realidade para estar livre - mas livre do que?!

Assim minha consciência moral formada nos tomos de vários especialistas em lei natural, lei positiva e lei divina e suas inúmeras variáveis prega e se vê “obrigada” a defender com toda força dos argumentos que possa formular. Em realidade não é possível racionalmente admitir a possibilidade do suicídio como forma de solução para qualquer situação que o ser humano possa ter passado ou estar passando. Este ato extrapola todas as fronteiras da existência (corporal e espiritual), pois feri não somente o corpo, mas feri a alma levando-a a um estado de amargura eterna longe do estado feliz destinado a todos que não violam voluntariamente (suicídio ou pecado mortal) sua alma. Não se trata de pietismo, mas de conclusões baseadas na própria doutrina revelada por Deus.

Mas a própria consciência humana por vezes é nublada pelo estado de espírito, e isto pode subtrair a consciência negativa do ato suicida.

O espírito é mais forte que a consciência? É fato que o ser humano é detentor de corpo, alma e espírito e mais, é portador das faculdades memória, inteligência e consciência. Mas a dúvida gira em torno do espírito versos consciência, eles conseguem ficar em equilíbrio ou um sempre será mais predominante que o outro? Acredito que seria ideal eles sempre estarem em perfeito equilíbrio, mas será possível?

Hoje, mediante tantas coisas que já vive, não consigo ter mais aquela certeza de outrora, quando em plena juventude acadêmica firmava teorias e doutrinas com a certeza de um dogma. Tendo cada vez mais vivência do ser humano a dúvida cresce mais e não consigo vislumbrar uma resposta convincente no campo da especulação acadêmica.

Vemos pessoas agindo puramente por espírito “forte” – como dizem alguns – outros reagindo com a consciência – bem ou mal formada.

Bem, esta dúvida leva muitos a acreditarem nos pulsos como saída de emergência da vida real por vezes muito dolorida.

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