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segunda-feira, 1 de novembro de 2010

RELIGIÃO NÃO SE LIMITA A INDIVIDUALIDADE

Neste ano de 2010 o Brasil elegeu seu novo presidente para os próximos quatro anos. Este candidato eleito faz parte de um partido comprovadamente, através de documentos e pronunciamentos devidamente registrado, defensor da legalização do aborto, ou seja, do assassinato de seres humanos que nem podem ver a luz do dia. Além disso, este partido comprovadamente defende a legalização do "casamento" entre pessoas do mesmo sexo, algo que fere a dignidade humana e sua finalidade como ser naturalmente composto e definido desde sua origem. Outras acusações são realizadas a este partido, uma delas a censura no estilo comunista de ser, de qualquer meio que contrarie sua vontade.
Mas uma das mais patéticas insinuações deste partido foi a de insulflar no povo desprovido de discernimento, a idéia de que a religião (em especial o cristianismo) não pode dar orientação a respeito da governança política do Estado por esse ser "laico", resumindo assim, a religião a um estado puramente individual que não têm nada a ver com a realidade de cada pessoa.
Ora, a fé deve ser VIVIDA, é um dos princípios fundamentais que tanto se prega na evangelização visando a retitude da fé segundo o próprio Senhor Jesus Cristo.
Este aspecto de vivência da fé necessariamente e diria que, inevitavelmente, acaba levando cada cristão a se expressar conforme o que apreende de sua fé sob pena de ser uma pessoa dicotômica, incoerênte em sua vida.
O que professo, vivo. E por isso nunca apoiei qualquer partido ou liderança que bata contra o que aprendi de Cristo.
Por isso afirmo sem medo: meu Brasil não têm presidente!

Pax Christi

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