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quinta-feira, 18 de novembro de 2010

O que vai mal no mundo? [I]

Parece simples responder, mas a dificuldade para encontrar uma resposta para esta pergunta se equivale a de encontrar uma agulha num grande cesto de areia. Não exagero, falo da dificuldade o que não quer dizer impossibilidade de encontrar uma resposta senão acertada próxima a ela.
O que vai mal no mundo? Recentemente li o que escreveu Scott Hahn no seu livro "Senhor, tem piedade de mim" (Ed. Quadrante, São Paulo, 2010), prestei mais atenção no capítulo "O que vai mal no mundo?". Mesmo tendo o título desse artigo semelhante ao capítulo da obra referida, digo que este tema serviu de inspiração para mim, ou seja, não quero fazer mera reprodução do texto encontrado no livro de Hahn. Antes quero em certa medida dizer a Hahn: "bem, mais do que isso...". De fato, o que apresenta Hahn neste capítulo merece vênia de todos mas em meu débil conhecimento, desejo acrescentar e - com ousadia - melhorar alguns pontos.
"O que vai mal no mundo" não é simplesmente uma pergunta como as que fazemos movido pela curiosidade ou necessidade de aprender algo. Diria que esta pergunta entra mais no campo daquelas perguntas retóricas visto que não há a curto prazo resposta objetiva.
O mundo é bom porque é verdadeiro, é real, composto de existência. Criado por Deus de modo definitivo, ou seja, perfeito em sua finalidade. Os homens, também criaturas boas porque verdadeiras em sua existência são equivalentes ao resto da criação no aspecto realidade do ser. Mas o homem e a mulher saltaram qualitativamente acima do resto da criação e somente
um aspecto, por vontade do criador, é o responsável por este salto qualitativo do ser humano: alma.A alma é substrato do homem, ela é semelhante a matéria encontrada nos anjos. Quando Santo Agostinho nos fala de Livre Arbitrio não podemos imaginar outro lugar onde possa ser e
xercido primeiramente sem que seja na alma. A alma é o "mundo" de onde parte as sentelhas para mover o ser humano a sua finalidade como criatura. Por isso, antes de tentar ver a realidade externa, num esforço sociológico e antropológico, devemos partir de um outro "mundo", a alma. Ela precisa de alimento, precisa crescer, precisa ser cuidada e cultivada sob pena de ver ela morrer mesmo que o corpo biológico continue "vivendo".

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