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domingo, 24 de outubro de 2010

Pecados públicos = Penitências públicas

“Quando uma pessoa defendeu publicamente e colaborou com graves atos pecaminosos, levando muitos à confusão e ao erro em questões fundamentais que dizem respeito à vida humana e à integridade do matrimônio e da família, o seu arrependimento também deve ser público”. (Arcebispo Raymond L. Burke in Lumen Rationis)

Chefe do Tribunal Supremo do Vaticano, arcebispo Raymond L. Burke, esclareceu que pessoas que defendem publicamente atos de gravidade pecaminosa devem fazer também sua penitência pública havendo arrependimento. Nisto é claro que esta incluso o grave mal do aborto, assassinato tido por muitos como “direito” da mulher ou coisa parecida.

A horrenda realidade do aborto faz até com que prelados da Igreja se sintam pequenos na defesa da verdade, mas Dom Burke adverte a estes príncipes da Igreja (negritos do blog de origem):

“Quando os pastores do rebanho são obedientes ao Magistério, a eles confiado, então, certamente, os membros do rebanho crescem na obediência e avançam junto com Cristo pelo caminho da salvação".

“Se o pastor não é obediente, facilmente se introduz a confusão e o erro no rebanho”.

“O mais trágico exemplo de falta de obediência na fé, inclusive por parte de certos Bispos, foi a resposta de muitos à Carta Encíclica Humanae Vitae do Papa Paulo VI, publicada em 25 de julho de 1968. A confusão que resultou empurrou muitos católicos para costumes pecaminosos em matérias relativas à procriação e à educação da vida humana”.

Em meio a pública condição lamentável em que se encontra a opinião da sociedade é que vemos surgir os reais cristãos católicos. Somente em meio a tempestade que ameça a vida humana e a integridade do caminho que leva a Verdade, aparecem vozes capazes de alertar sem cessar dos erros que decissões apaixonadas (por si mesmo, em primeiro lugar!") podem levar a vida humana num futuro nem tão longe, como alguns podem pensar.

“Nós achamos auto-proclamados católicos, por exemplo, que sustentam e apóiam o direito da mulher a provocar a morte do bebê em seu ventre, ou o direito de duas pessoas do mesmo sexo a serem reconhecidas pelo Estado em pé de igualdade com o homem e a mulher que contraíram casamento. Não é possível ser católico praticante e agir publicamente desta forma”. (negritos do blog de origem)

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