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domingo, 15 de agosto de 2010

Nossa Senhora da Assunção

É uma das mais antigas festas marianas. Em Portugal, chamava-se Festa de Santa Maria de Agosto. Foi na "vespora de Sancta Maria de Agosto" do ano de 1385 que se travou a decisiva Batalha de Aljubarrota,na qual o Beato Nuno Álvares Pereira, Condestável de Portugal,triunfou sobre o exército do rei de Castela, adepto do anti-Papa de Avinhão. Em 1950, Pio XII proclamou solenemente como dogma que "a Imaculada Mãe de Deus, a Sempre Virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre, foi assunta em corpo e alma à glória celestial".

 

Fonte: http://santoral-valderi.blogspot.com/2009/08/nossa-senhora-da-assuncao.html

Um comentário:

Comentário ao Evangelho do dia feito por São Bernardo (1091-1153), monge cistercense e Doutor da Igreja disse...

1º Sermão para a Assunção (a partir da trad. Pain de Cîteaux 32, p. 63 rev.)

«Em Cristo, todos serão vivificados, cada qual na sua ordem» (1Cor 15, 22-23)
Hoje a Virgem Maria sobe, gloriosa, ao céu. É o cúmulo de alegria dos anjos e dos santos. Com efeito, se uma simples palavra sua de saudação fez exultar o menino que ainda estava no seio materno (Lc 1, 44), qual não terá sido sido o regozijo dos anjos e dos santos, quando puderam ouvir a sua voz, ver o seu rosto, e gozar da sua presença abençoada! E para nós, irmãos bem-amados, que festa a da sua assunção gloriosa, que motivo de alegria e que fonte de júbilo temos hoje! A presença de Maria ilumina o mundo inteiro, a tal ponto resplandece o céu, irradiado pelo brilho desta Virgem plenamente santa. Por conseguinte, é justificadamente que ecoa nos céus a acção de graças e o louvor.
Ora [...], na medida em que o céu exulta da presença de Maria, não seria razoável que o nosso mundo chorasse a sua ausência? Mas não, não nos lastimemos, porque não temos aqui cidade permanente (Heb 13, 14), antes procuramos aquela aonde a Virgem Maria chegou hoje. Se já estamos inscritos no número de habitantes dessa cidade, convém que hoje nos lembremos dela [...], compartilhemos a sua alegria, participemos nesta alegria que hoje deleita a cidade de Deus; uma alegria que depois se espalha como o orvalho sobre a nossa terra. Sim, Ela precedeu-nos, a nossa Rainha, precedeu-nos e foi recebida com tanta glória que nós, seus humildes servos, podemos seguir a nossa Rainha com toda confiança gritando [com a Esposa do Cântico dos Cânticos]:
«Arrasta-me atrás de ti. Corramos ao odor dos teus perfumes!» (Ct 1, 3-4) Viajantes sobre a terra, enviamos à frente a nossa advogada [...], a Mãe de misericórdia, para defender eficazmente a nossa salvação.