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quarta-feira, 30 de junho de 2010

A influência do mal espiritualizado em demônios

Na vida do ser humano sempre há algumas coisas que nunca o separarão, como por exemplo os sentidos, mesmo os que por algum tipo de acidente perderam algum. Pois nunca também o ser humano deixará de ter a capacidade de sentir o invisível assim como é certo que sente o visível. Alguns tendem a sentir em maior grau o “mundo invisível”, daí chamamos estes de sensíveis e sensitivos.

Certo é também que o mal absoluto não existe, e isto já foi mais do que provado pelos argumentos da razão. Neste momento faço questão de lembrar Santo Agostinho onde simplesmente ele diz, em seu escrito contra Marcião: se o mal absoluto existisse não poderia ser mal, porque já possui um bem, que é a existência. De modo que o mal absoluto não pode existir, do mesmo modo podemos dizer que Lúcifer (ou Satanás, Diabo) foi criado bom, pois existe, é um anjo que ao se antepôr a Deus preferiu morrer eternamente.

O mal absoluto não existe. Lúcifer existe com sua preferência a escuridão eterna. Existe as pessoas sensíveis e além disso todos podem através de seus sensitidos perceberem raramente algo que não os é perceptível ordinariamente.

Pois possessões são possíveis e acontecem no mundo de hoje como sempre aconteceu. Não por pecado das pessoas, mas pela finalidade que o Demônio e os seus demônios criaram para si: já que não podem ser como Deus, querem atrapalhar a criação levando as vezes a auto destruição.

Repito para ficar mais claro, o mal absoluto não existe. Assim, o que existem são espiritos sem nenhuma experiência do bem (já que um bem eles tem que é a existência). Eles, como espírito, pertencentes ao “mundo invisível” podem fazer-se sentir por algumas pessoas.

Existe alguma coisa que pessoas suscetíveis a eles podem fazer para não serem pressas? Sim. Com espírito (mal) somente se pode contrapôr um outro espírito (bom), neste caso o principal é outro anjo, Miguel que, pelo que conhecemos da Sagrada Escritura era também anjo chefe da milícia celeste. Ele pode lutar e defender contra o maligno, atribuição de seu próprio nome.

A influência do mal espiritualizado em determinadas pessoas não é o fim delas. O espírito (mal) não quer acabar com suas vidas, sua finalidade é outra. O que pode acontecer, como nos mostra a história, é que muitas pessoas acabam não resistindo aos maltratos dos demônios em seu corpo.

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O exosrcismo de Emily Rose [español / english]

O exorcista [legendado em português]

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