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segunda-feira, 31 de maio de 2010

No início José, no fim Maria

Termina hoje o mês de maio. Este mês que recebe tantos “padrinhos”, as mães, os operários, os noivos antes de tudo é um mês essencialmente cristão. Temos no começo São José, um varão que indubitavelmente fez parte indispensável na história da Salvação, e temos no fim deste mês augusto, Maria, nossa Mãe, comemorada na festa que faz memória de sua visita a parente Santa Isabel que já esperava em seu ventre São João Batista, o precursor de Jesus.José e Maria

Parece formidável este mês coroado com estas duas festas da Igreja,  pois temos neste dois santos, pais de Jesus, a imagem mais perfeita da realidade familiar que Deus nos propõe e que podemos buscar.

José evidentemente era pai adotivo de Jesus, visto que Maria concebeu milagrosamente permanecendo virgem. Mas sua atuação como a figura paterna de Jesus menino mostra o quanto os pais podem tirar dele seu maior exemplo daquelas virtudes indispensáveis a começar pela atitude hombril – não relacionado a força grotesca - frente a notícia de Maria que conceberia sem a sua participação natural. Mais ainda, uma personalidade calma, e coerente além de respeitosa, como podemos cosntatar no pouco que nos relata os evangelhos sobre sumaria_jesus_100a pessoa.

Maria, nossa amada Mãe. Poder-se-ia falar muito desta pessoa que nos antecede nos céus, mas resigno-me a mencionar a sua sensibilidade materna que a muitas mães faltam hoje em dia: mesmo sabendo que seu Filho era um dom ao mundo, não deixou de repreender e de o acariciar. Este fato é importante também pelo contrário, saber que cada filho é um “dom” para si prórpio mas também para a humanidade.

Concluo lembrando que José e Maria nos indicam o caminho a seguir, nos mostram o alvo a atingir: Jesus Cristo.

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