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sábado, 10 de abril de 2010

A história merece análise clara, sem tendências

Não é de meu interesse criticar o esforço e estudo de outros visto que vários depositam seus esforços em caminhos errôneos, equivocados ou no mínimo tendenciosos.

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No entanto, ontem presenciei algo no programa do Jô (um programa de entrevista) um senhor que tentou (e friso esta palavra!) falar da Idade Média e das sociedades Secretas, inclusive ousor por vezes meter-se em assuntos que beiram a competência da teologia. Instigado pelo entrevistador, este estudiodo – também editor – falava de seu recente livro Almanaque das Guerras. Sérgio Pereira Couto, então, falou de duas coisas que sinto em expressar que apenas demonstram a tamanha ignorância deste senhor ou de sua tendenciosa esplanação.

1. “Os cruzados na Idade Mádia matavam a todos, mulçumanos e cristãos. O importante era conquistar…”. É claro que os cruzados sabiam distinguir entre cristãos e mulçumanos. Como eles iriam matar aqueles que eram os “donos” da terra por sua fé?! E mais: recomendo a leitura de A Igreja das Catedrais e das Cruzadas de Daniel Rops.

2. A “maçonaria é uma sociedade de caridade… parecida com o Rotary…”. Quando que a maçonaria foi criada para ser entidade de caridade?! Ora, este assunto parece descastado, basta-nos ler o que escreve Boaventura Kloppenburg.

A história é tão rica em seus fatos. Ela merece de nós que podemos gozar de milhares de anos de conhecimento um análise sem tendências a ideologias, clara. Aqueles que dizem dos religiosos incapacitados para a análise devido ao seu vínculo eclesiástico procuram argumnentos para anular as vozes contrárias as análises deles.

Pax Christi

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