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quarta-feira, 14 de abril de 2010

Ecclesia Sancta! Em defesa da Igreja e do Papa

Além de manifestar minha total e integral adesão ao Sumo Pontífice, Bento XVI, faço minhas as palavras de Dom Cristiano Krapf. Uma das muitas vozes que nestes tempos tem tido a coragem de se levantar para defender a integridade do Romano Pontífice contra a articulada onda de ataques a Igreja e a pessoa do Papa.

Os escândalos mais propagados para desacreditar a mensagem da Igreja se referem a pecados contra o sexto mandamento: Não cometer adultério. Esse mandamento incomoda muita gente. Muitos falam e agem como se nada fosse pecado.

É inegavél o atual destaque aos escândalos envolvendo sacerdotes. Mas não se deve esquecer de que estes casos aconteceram em sua grande maioria a muitas décadas atrás, a Igreja tomou várias atitudes que só foram possíveis graças a grande força a sabedoria da Igreja.

Haverá escândalos, mas ai daquele … que escandalizar um só destes pequeninos. (Lc 17, 1-2) São as palavras mais pesadas de Jesus. Inimigos da Igreja fazem aumentar os escândalos, espalhando as notícias sobre pecados de padres. Aparecem algumas coincidências estranhas:

· A maioria das denúncias se refere a casos de práticas homossexuais com menores em décadas passadas.

· As acusações passaram a envolver bispos que não teriam usado do devido rigor para tirar tais padres pecadores da circulação.

· Com esse argumento, denunciantes e advogados conseguiram indenizações pesadas das dioceses, primeiro nos Estados Unidos, depois na Irlanda, agora na Alemanha.

· No Brasil apareceu um caso especialmente escandaloso em Alagoas que fez a cidade de Arapiraca ficar “famosa” no mundo inteiro. Um filminho mostra um monsenhor em práticas homossexuais com um jovem. O cenário foi armado em combinação com outro jovem. Os dois conseguiram extorquir dinheiro com a promessa de guardar segredo. Agora vendem o filminho e denunciam dois monsenhores por crimes de pedofilia, dizendo que os abusos começaram quando ainda eram menores. Em alguns países da Europa, onde os bispos têm o título de monsenhor, a notícia apareceu como se os dois pecadores fossem bispos.

· Adversários tentam atingir e desmoralizar os bispos e o Papa. Uma grande revista alemã fez uma reportagem com este título: Irmão do Papa envolvido com pedofilia quando era dirigente de um coral de meninos. Lendo o texto se vê que o “crime” dele foi outro, uma bofetada num menino que perturbava um ensaio do coral.

· Descobriram que no tempo que o Papa foi arcebispo de Munique, um padre pedófilo foi acolhido para tratamento psiquiátrico e não melhorou.

· Acusam o Papa que no seu tempo de responsável pela doutrina da fé não impediu casos de pedofilia na Igreja. Como podia controlar a vida pessoal dos 400 000 padres espalhados pelo mundo inteiro? Fez o possível para tratar as denúncias com o devido cuidado, aconselhando que os denunciantes recorressem à justiça civil.

Adversários do Papa fazem de tudo para desgastar a sua autoridade. Trazem notícias distorcidas sobre casos de quatro décadas atrás, para acusá-lo de falta de firmeza diante de novas denúncias sobre antigos abusos.

Os pontos parecem simples e são, mas a realidade da articulada ação contra a autoridade da Igreja é simples assim, tanto que muitas pessoas não conseguem enxergar.

Para ver a hostilidade de muitos contra o Papa, basta conferir o que diz uma revista que pede a sua renúncia: Com sua autoridade desgastada, por que é que o Papa permanece no cargo?

Para ler o texto na íntegra confira aqui.

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