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sexta-feira, 16 de abril de 2010

Bispo do Porto realça «lucidez e persistência» do Papa*

A importância do tema sempre é relevante nestes tempos sombrios de ataques “descarados” a Igreja de Cristo.

Dom Manuel, nesta pequena notícia que aqui reproduzo traz o tema da lucidez que o papa Bento XVI trata o atual tema polêmico da pedofilia entre os padres. Ressalto o que sempre esta pessoa admirável, Joseph Ratzinger, fez em sua função de prefeito da Congregação para Doutrina da Fé e agora como Pontifice da Igreja, uma atuação sem medo da verdade e esclarecendo até o que poderia ser considerado vergonhoso para a Igreja.

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*Fonte: http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=78970

D. Manuel Clemente realçou esta Sexta-feira, dia em Bento XVI faz 83 anos, que “é invulgar a lucidez e a persistência com que o Papa enfrenta os problemas da Igreja e leva para a frente a sua resolução”.

"Para nós, é muito estimulante a atitude dele [face à pedofilia]. Acho que é muito correcta esta maneira lúcida e forte de levar por diante a resolução dos casos", afirmou o bispo do Porto na sequência de uma sessão em que 83 crianças cantaram os parabéns ao Papa.

No entender do presidente da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais, a reacção da Igreja é “um bom exemplo de uma instituição que é capaz de encarar os problemas e de resolvê-los, o que é sempre bom e salutar”.

Em resposta às perguntas colocadas pelos jornalistas no Paço Episcopal do Porto, o prelado considerou que a actual crise da Igreja não é, “de maneira nenhuma” a pior da sua história e que ela “deve ser reduzida às suas devidas proporções”

Questionado sobre a perda de fiéis em resultado dos casos de pedofilia, D. Manuel Clemente admitiu que "quando se propalam notícias ou informações negativas acerca de uma instituição, isso reflecte-se sempre negativamente".

“O mal é quando nós adormecemos. Por isso, acordar para os problemas e resolvê-los já é o princípio da solução”, disse o bispo do Porto, reconhecendo que “um só [caso de abusos sexuais de menores] já seria mau”.

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