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segunda-feira, 23 de novembro de 2009

SACERDOTE: in persona Christi capitis

Olho todos os dias o programa do Jô Soares, gosto das entrevistas que ele apresenta no programa, às vezes sem mérito do entrevistado mas o entrevistador acaba sempre a tornando interessante.
Mas me desgosta a mania que tem este entrevistador de citar em piadas e “maus” exemplos aquele padre que morreu na tentativa de cruzar um determinado trecho voando por meios de balões de gás.
No entant0, agora este exemplo me ajuda a exemplificar o que pretendo com esta reflexão.
O sacerdote é pessoa fellay3indelevelmente consagrada, ungida, que faz com receba uma mudança ontológica em seu ser. Isto faz dele não uma pessoa com super poderes como dos heróis de gibis, mas com um “poder” invisível que no ao final das contas é maior que os poderes dos heróis admirados! O sacerdote tem agora, independentemente de sua condição espiritual uma marca entranhada em seu ser que nem um ser vivo sobre a terra pode tirar ou apagar. É esta marca que o torna semelhante ao único naturalmente poderoso, é ela que torna o sacerdote participante ativo do alcance de Cristo, por isso o sacerdote é e sempre será em todo o lugar, persona Christi.
Claro que isto enquanto age voluntariamente conforme Cristo, já que é capacitado pela unção, pela marca indelével a ser como Cristo. Ainda mais, nas suas mais decisivas atuações ele se age in persona Christi capitis.
Por fim, digo tudo isto para expressar que, não importanto a tolice que faça o sacerdote, não importando os inúmeros pecados dele, não importando as burradas como não aprender a usar um GPS, o sacerdote sempre terá a dignidade de homem ungido, consagrado, com a marca indelével.

Pax Christi

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