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domingo, 1 de novembro de 2009

Menino volta à vida após 30 minutos debaixo d'água e um mês em coma

EFE - VIENA - Um menino de 11 anos voltou à vida após passar quase 30 minutos debaixo d'água e um mês em coma, um fenômeno que os médicos que o atenderam qualificam de "milagroso", pelos sinais de rápida e boa recuperação do jovem paciente.
A informação foi divulgada pela rádio e pela televisão púbica austríaca "ORF". O menino, chamado Paul, sofreu um grave acidente no dia 28 de agosto no lago Milstätter See, no estado de Caríntia, no sul da Áustria, ao não obedecer a proibição de nadar na região logo abaixo de um trampolim.
Outra criança, de 13 anos, saltou nesse momento de um dos trampolins e caiu em cima de Paul, que perdeu imediatamente a consciência e afundou a sete metros de profundidade.
Do momento em que afundou até a hora do resgate, o menino ficou por cerca de 30 minutos embaixo d'água. Após sua reanimação, ele foi internado no hospital da cidade austríaca de Klagenfurt, onde permaneceu durante quatro semanas em coma.
O médico Martin Edlinger, chefe do departamento de terapia intensiva do hospital, destacou que o normal é considerar que as possibilidades de sobrevivência são mínimas após 30 minutos debaixo d'água, já que permanecer por apenas poucos minutos sem oxigênio causa graves e irreversíveis danos cerebrais.
No entanto, no final de setembro, o menino acordou e para a surpresa de todos os presentes reconheceu imediatamente seu entorno, explicou Edlinger. "Pronunciou as primeiras palavras, nos reconheceu, nos olhou e chorou", disse o médico, em declarações à "ORF".
Desde então, o menino se recupera com rapidez em uma clínica de reabilitação, e tudo indica que voltará a ser completamente saudável.
Os médicos explicam o "milagre" como consequência da forma imediata da qual afundou e ficou inconsciente.
"Com isso utilizou menos oxigênio, e o cérebro não ficou danificado", afirmou Edlinger, que também destacou o papel da mãe do menino, que permaneceu o tempo todo a seu lado.
"Não se afastou dele nem um minuto. Isto foi uma ajuda essencial para nós", reconheceu o médico.

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