DIREITOS AUTORAIS
:: Ao compartilhar algum texto, sempre citar a fonte ::
Todos os artigos não assinados são de autoria e propriedade de Valderi da Silva, administrador deste blog.

AMISTAD


Sinopse: Costa de Cuba, 1839. Dezenas de escravos negros se libertam das correntes e assumem o comando do navio negreiro La Amistad. Eles sonham retornar para a África, mas desconhecem navegação e se vêem obrigados a confiar em dois tripulantes sobreviventes, que os enganam e fazem com que, após dois meses, sejam capturados por um navio americano, quando desordenadamente navegaram até a costa de Connecticut. Os africanos são inicialmente julgados pelo assassinato da tripulação, mas o caso toma vulto e o presidente americano Martin Van Buren (Nigel Hawthorn), que sonha ser reeleito, tenta a condenação dos escravos, pois agradaria aos estados do sul e também fortaleceria os laços com a Espanha, pois a jovem Rainha Isabella II (Anna Paquin) alega que tanto os escravos quanto o navio são seus e devem ser devolvidos. Mas os abolicionistas vencem, e no entanto o governo apela e a causa chega a Suprema Corte Americana. Este quadro faz o ex-presidente John Quincy Adams (Anthony Hopkins), um abolicionista não-assumido, sair da sua aposentadoria voluntária, para defender os africanos.

Esta obra magnífica não poderia vir de outro diretor a não daquele que figura entre os mais excelentes: S Spilberg. Contando esta trama de terror e polêmica, Amistad a meu ver expressa um lado humano que surgia entre os que eram a favor de tais brutalidades. E aqueles que mais faziam surgir estes sentimentos de humanidades (não nacionalidade!) eram os próprios homens e mulheres de raça negra.
Não pretendo fazer mais um de muitos discursos a favor da liberdade, mas esta inevitavelmente sempre vence na luta contra a repressão e escravidão, pois é natural ao ser humano e não pode ser negada ou reprimida.

Anúncio do Blog