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terça-feira, 26 de maio de 2009

CRUZADA: Jerusalém?



Ontem assisti o filme "As Cruzadas". Confesso que nõa é primeira vez que o assisto. Mas destea vez me prestei atenção numa coisa: ao final do filme, no derradeiro término da batalha entre Saldino e seu exército contra o herói do filme que inteciona lutar para defender a vida do povo, no diálogo que selaria o término desta batalha, o cruzado pergunta a Saladino após selado o termo de rendição da cidade: o que Jerusalém? O líder muçulmano sarraceno responde: nada! ... tudo!
Pode parecer a primeira vista uma contradição de Saladino, mas é uma resposta genial! O que é Jesrusalém?! É nada. Comparado as inúmeras vidas que se perderam, nada! Comparado aos trabalhos, fazendas, empregos que por ela se perderam, nada! Comparado as inúmeras ofensas que se faz a Deus todos os dias, nada! Pois ela perece, ela passa, ela não vive e crê, mas meus irmãos (todos!) vivem e crêem como eu! Por isso, e muito mais, uma cidade chamada Jesrusalém, não é nada. Não vale os milhões de mortos em uma guerra estúpida que nunca terá fim, porque os motivos que a movem não são reais. Por Deus? O vento sopra onde quem... assim é o Filho do Homem. Se precisa dizer algo mais?! Não se tratá de amar mais a Deus, ao ponto de querer guardar seus lugares santos. Se trata de amar as vidas e não as pedras! Jerusalém são as pessoas, dizia mais ou menos no filme o cruzado.

Claro que Jerusalém vale tudo também. Ora, contradição de novo? Não. Esta Jerusalém de que falo vale tudo, é a Jerusalém celeste, o Reino de Deus. Os templários daquele tempo quiseram instituir o Reino de Deus já aqui na Terra, mas o Reino que os homens da época conheciam, e podemos com toda a certeza afirmar que esta intenção não estava plenamente em conformidade com a vontade de Deus. O Reino dos Céus vale tudo, vale minha vida e de todos que querem morar nele um dia. Mas este Reino não tem sua morada fixa aqui, não tem território e muito menos muros de separação. Todos podem nele habitar; mas só as pessoas formam este Reino, não as pedras.

Pax Christi

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