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domingo, 13 de maio de 2007

Sétima e última virtude cardinal: Equilíbrio

Com esta coluna, terminamos a série das sete virtudes cardinais, compostas de três virtudes teológicas (Fé, Esperança, Amor) e quatro virtudes clássicas (Sabedoria, Justiça, Coragem e Equilíbrio).

Segundo o Novo Testamento (que parece não concordar muito com esta virtude): Isto diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus: Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente; quem dera fosses frio ou quente! Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca (Apocalipse 3: 14-16)

Em uma história zen: uma fervorosa budista esforçava-se para desenvolver seu amor ao próximo. Mas sempre que ia ao mercado, um comerciante lhe fazia propostas indecorosas.

Certa manhã chuvosa, quando o homem lhe importunou mais uma vez, ela perdeu o controle e feriu seu rosto com o guarda-chuva. Nesta mesma tarde, foi procurar um monge e relatou o ocorrido.

“Tenho vergonha”, disse. “Não consegui controlar meu ódio”.

“Você agiu errado em odiá-lo”, respondeu o monge. “Da próxima vez que ele disser algo, encha seu coração de bondade. E torne a bater com seu guarda-chuva, porque ele só entende esta linguagem”.

No Dia do Perdão Judaico: No dia do Yom Kyppur, o rabino Elimelekh de Lisensk levou seus discípulos até a oficina de um pedreiro. “Reparem o comportamento deste homem”, disse. “Porque ele consegue entender-se bem com o Senhor”.

Sem notar que estava sendo observado, o pedreiro terminou seus afazeres e foi para a janela. Tirou dois pedaços de papel do bolso, e levantou-os para o céu, dizendo:

“Senhor, numa folha escrevi a lista de meus pecados. Eu errei, e não tenho porque esconder que Te ofendi várias vezes. Entretanto, no outro papel está a relação dos Teus pecados para comigo. Exigiste de mim além do necessário, me trouxeste momentos difíceis, e me fizeste sofrer. Se compararmos as duas listas, o Senhor está em débito para comigo. Mas como hoje é o Dia do Perdão, Tu me perdoas, eu te perdôo, e continuaremos juntos o nosso caminho por mais um ano”.

Em uma história islâmica: Muhammad ib Suqah conta a história de Abddulah e Mansur, dois fiéis muçulmanos. Certo dia, Abddulah pediu ajuda ao amigo.

O tempo foi passando, e nenhuma ajuda foi dada. Um dia, Mansur perguntou: “Meu irmão, você me pediu ajuda, e eu não fiz nada. No entanto, você parece não ter se irritado com isto”.

“Temos uma longa amizade. Aprendi a amar-te antes de precisar de um favor”, respondeu Abddulah. “E consigo continuar te amando, não importa se tu me atendes ou não”.

Mansur respondeu: “Não atendi porque queria saber a força de teu desejo. Vi que esta força é maior que a discórdia e o ódio; amanhã você terá o que pediu”.

E PARA TERMINAR ESTA SÉRIE COM UM POUCO DE HUMOR...

Segundo um casal mais velho: os dois tomavam café no dia das Bodas de Ouro. A mulher passou manteiga na parte crocante do pão e a estendeu para o marido, ficando com o miolo. “Sempre quis comer a melhor parte”, pensou consigo mesma. “Mas eu o amo, e durante estes cinqüenta anos procurei me controlar, e lhe dei o miolo. Hoje gostaria de satisfazer meu desejo”.

Para sua surpresa, o rosto do marido abriu-se num sorriso. “Obrigado por este presente! Durante cinqüenta anos sempre quis comer a casca do pão. Mas para manter a harmonia em nosso casamento, como você sempre gostava tanto, eu nunca ousei pedir”.

Segundo um casal mais moço: O marido recebeu de Natal duas belas gravatas de sua esposa. Satisfeito, vestiu seu melhor terno, escolheu uma das gravatas que havia ganho e convidou-a para jantar fora. Enquanto comiam, reparou que a esposa parecia muito triste.

“Meu bem, estou me sentindo ansiosa e desequilibrada”, disse ela depois de um longo silêncio. “Por que está usando esta gravata? Não gostou da outra?”

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